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Fátima do Sul, 23 de Outubro de 2017
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27 de Dezembro de 2004 15h49

Dólar ignora leilão do BC e volta a ficar abaixo de R$ 2,70

 

O Banco Central realizou nesta tarde um leilão de compra de dólares, mas a intervenção se mostrou insuficiente para impulsionar uma alta da moeda dos EUA.

Nesta segunda-feira, a divisa chegou a operar na casa de R$ 2,70 ao ser negociada na máxima de R$ 2,709 com uma alta de 0,66%. Mas, nesta tarde, com a baixa de 3,10% do risco brasileiro, o dólar ficou abaixo de R$ 2,70 com mínima de R$ 2,689.

Por volta das 14h50, o BC anunciou o leilão e utilizou uma taxa de R$ 2,697 para a compra da divisa. No início deste mês, o governo retomou as intervenções no mercado de câmbio, que estavam suspensas desde fevereiro passado.

Mas os leilões de compra de divisas foram, até o momento, insuficientes para colocar o dólar na rota dos R$ 3, como defendem os exportadores. Os lotes adquiridos pelo BC são considerados pequenos. O dinheiro é usado para reforçar as reservas internacionais do país, que estão ainda em patamar baixo.

A queda acentuada da moeda, ignorando as intervenções, é atribuída à melhora na percepção dos investidores sobre o futuro da economia, após a divulgação de indicadores positivos como o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no terceiro trimestre, acima do previsto, e o recorde das exportações. A cotação também acompanha a desvalorização do dólar diante de moedas como o euro e o iene.

A alta do juro básico da economia (taxa Selic) pelo Copom (Comitê de Política Monetária) também favorece uma queda do dólar no Brasil. Quanto mais elevado o juro, maior é a remuneração dos títulos públicos atrelados à Selic. De olho nos lucros, investidores estrangeiros vendem os dólares para adquirir os papéis lançados pelo Tesouro Nacional.

 

Folha Online

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