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Dólar desacelera, mas ainda sobe 3,5% por crise

16 Ago 2007 - 10h30
O dólar subiu mais de 3% nesta quinta-feira, depois de ter disparado 4,43% nos primeiros minutos de negócios, com a saída de investidores estrangeiros após o agravamento das condições de crédito e liquidez globais.
 

Às 10h15, a moeda norte-americana era cotada a R$ 2,102, em alta de 3,5%. O dólar chegou a ser negociado a R$ 2,120 na abertura do pregão à vista da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), praticamente zerando a queda acumulada no ano.

"O noticiário está recheado de notícias negativas relacionadas com a crise no mercado de crédito", disse Vladimir Caramaschi, economista-chefe da Fator Corretora.

As ações da Countrywide Financial, maior concessora de hipotecas dos Estados Unidos, despencavam no pregão eletrônico em Nova York depois que a empresa informou que está usando uma linha de crédito de US$ 11,5 bilhões para aumentar sua liquidez.

Além disso, as ações da financeira hipotecária australiana Rams Home Loans Group afundaram 36% com o anúncio de que não conseguiu rolar empréstimos de curto prazo por causa da falta de liquidez no mercado.

"O grau de tensão vai se elevando à medida que a crise vai se aprofundando. Os mercados não conseguem encontrar um equilíbrio, e há o temor de uma crise bancária mais aberta", acrescentou Caramaschi.

Em meio ao solavanco nos mercados, o fluxo de dólares que vinha inundando o mercado de câmbio desde o começo do ano perdeu força e tem sido sustentado somente pelas exportações. De acordo com dados do Banco Central, o fluxo financeiro de dólares nas duas primeiras semanas de agosto foi negativo, indicando saída de capital.

Mesmo assim, o economista diz que os efeitos da turbulência sobre o mercado de câmbio devem ser temporários, já que o foco dos problemas não está na economia brasileira.

"A maioria dos agentes mantém a idéia de que a situação é confortável no balanço de pagamentos (brasileiro) e que o acúmulo de reservas dá uma tranquilizada. Acho que é um movimento de curto prazo que reflete o aumento da aversão ao risco e a incerteza provocada pela crise", disse.

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