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CANTINA BAH
Brasil

Dólar abre a semana em baixa de 0,31%, cotado a R$ 2,846

18 Out 2004 - 09h04

O dólar à vista abriu em baixa de 0,31% nesta segunda-feira, sendo negociado por R$ 2,846 na compra e R$ 2,848 na venda. No mercado de títulos da dívida externa, o C-Bond opera em alta de 0,18%, cotado a 99,31% do seu valor de face. O risco-país brasileiro recua 0,86%, aos 460 pontos-base.

A contar pelo comportamento do petróleo neste início de dia, a commodity deve continuar no centro da atenções dos mercados em todo o mundo. O barril de petróleo atingiu novo recorde na bolsa de futuros de Nova York, superando os US$ 55. Com a aproximação do inverno no Hemisfério Norte e o aumento da demanda por derivados de petróleo, a commodity deverá continuar a gerar volatilidade e dúvidas.

O destaque no Brasil nesta semana é a reunião mensal do Copom (Comitê de Política Monetária), que acontece na terça e quara-feira. O mercado futuro está posicionado para uma elevação de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, hoje de 16,25% ao ano. O petróleo, mais uma vez, é uma das principais variáveis que justificam a aposta dos analistas, já que o Banco Central busca calibrar a inflação e garantir o cumprimento da meta para 2005.

As boas notícias do cenário interno continuam a acontecer. Além da desaceleração da inflação medida pelos índices de inflação mais importantes, o fluxo cambial tende a se manter positivo. As exportações continuam vigorosas e as captações externas se mantêm ativas. Na semana passada, três instituições financeiras voltaram a captar recursos no exterior. O Safra obteve US$ 100 milhões em títulos de três anos. Outras operações devem ser fechadas este mês, segundo informam as mesas dos bancos.

Com os ingressos de recursos ao país, a tendência é o dólar amortecer boa parte do nervosismo dos mercados nos momentos mais críticos. A procura por proteção cambial continua baixa e a oferta garante suprimento a importadores ou outras empresas com compromissos no exterior. Por conta da baixa demanda por dólares, o Banco Central tem deixado de renegociar suas dívidas atreladas ao câmbio, reduzindo sua exposição ao risco de oscilações do dólar.


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