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Fátima do Sul, 22 de Agosto de 2017
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9 de Agosto de 2017 14h44

Dois caminhoneiros são feitos reféns por ladrões de carga nesta quarta-feira, no Rio

Parte da carga, avaliada em R$ 350 mil, foi recuperada.

Extra

Durante a madrugada, quatro bandidos armados que estavam num Siena renderam um motorista que seguia pela Rodovia Niterói-Manilha (BR 101), na altura de São Gonçalo. Os bandidos obrigaram o caminhoneiro a seguir para a Favela do Salgueiro, perto do local do assalto, em São Gonçalo.

 

Um policial na comunidade onde estava o caminhãoUm policial na comunidade onde estava o caminhão

 

Agentes da PRF foram acionados e rastrearam o veículo. Quando chegaram à favela, viram cerca de dez bandidos saqueando a carga. Ao verem os agentes, os criminosos fugiram. O motorista foi resgatado sem ferimentos.

Parte da carga, avaliada em R$ 350 mil, foi recuperada. A ocorrência seguiu para ser registrada na 73ª DP (Neves).

Já em Petrópolis, por volta das 8h, uma equipe da PRF recuperou um caminhão que transportava carga na altura do km 94 da BR 040. O motorista do veículo informou aos agentes que havia sido rendido três horas antes e ficou refém dos criminosos, sendo libertado momentos depois. A ocorrência seguiu para registro na 105ª DP (Petrópolis).

Momentos de pânico na Avenida Brasil

Entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, um bandido manteve um caminhoneiro refém por cerca de três horas na Avenida Brasil, altura da Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. Emerson Miranda, de 19 anos, acabou se entregando após um apelo de sua mãe.

O motorista Antônio Euclides Ribeiro, de 36 anos, acabou atingido por um estilhaço de bala na coxa esquerda e estilhaços de vidro no braço. Após ter alta, ele comentou os momentos de desespero que viveu:

— Ele, o bandido, estava mais nervoso do que eu. Quando ele apontou a arma para a minha cabeça, só tentei não ter nenhuma reação, pois estava com muito dele se descontrolar e acabar atirando. Mantive a fé em Deus e pensei muito na minha família, nos meus dois filhos. Essa profissão é cada vez mais perigosa. Se eu tivesse minha própria carreta, nunca viria para cá. De todos os estados que já fui, aqui com certeza é o mais perigoso.

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