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DOF divulga nova nota de esclarecimentos

27 Out 2004 - 08h07

O Departamento de Operações de Fronteira – DOF, mais uma vez vem a público prestar novos esclarecimentos a respeito do envolvimento de integrantes do Departamento com arrastadores de veículos na região da fronteira do Estado com a República da Bolívia, complementando as informações já divulgadas à imprensa na manhã de hoje.

Em verdade já havíamos considerado que as informações repassadas à imprensa eram suficientes, mas ao tomarmos conhecimento de que o jornal O ESTADO, em sua edição de hoje, p. 14, em reportagem do jornalista AVELINO NETO, por má-fé ou baseado em fonte totalmente inidônea, divulgou notícias que não condizem com a realidade dos fatos e de forma deliberada, procuram denegrir o caráter do Diretor do Departamento, cabe-nos responder com serenidade e parcimônia, para que a verdade prevaleça.

O Diretor do DOF é o Coronel PM GERALDO GARCIA ORTI, que conta com mais de 26 anos de serviço na Polícia Militar, profissional de conduta ilibada e caráter probo, que por 12 anos foi Chefe do Serviço Reservado da Instituição, reconhecido no Estado e em outras Unidades da Federação, pelo trabalho sério, produtivo e incansável, que o levaram a obter o respeito de todos os Órgãos Policiais sediados em Mato Grosso do Sul, e que tem conduzido o DOF de maneira escorreita e nos mais rígidos padrões de conduta, nos últimos 2 anos.

Talvez seja isso que levam algumas pessoas a buscar a mentira, tentando atingir sua honra e dignidade, uma vez que essa atuação firme vêm causando incômodos a determinados grupos de criminosos, os quais aproveitam-se da ingenuidade de uns poucos “repórteres”, pois queremos crer que realmente sejam ingênuos, para usá-los em tal mister.

Se tal não fôsse, como é possível crer que tamanhas inverdades fossem publicadas?

O primeiro fato que queremos esclarecer, é que a designação de um Capitão para presidir o Inquérito Policial-Militar (IPM), nada tem a ver com uma suposta tentativa de evitar, com essa designação, que o Diretor do DOF fôsse ouvido a respeito, como quis sugerir o jornalista AVELINO NETO.

Oras, foi o próprio Coronel ORTI quem foi até Corumbá, na data em que uma das Equipes do Departamento prendeu os arrastadores, e estes disseram que recebiam auxílio de uma outra Equipe, e lá determinou a autuação em flagrante dos criminosos, o que foi feito por um dos Delegados de Polícia do DOF, e providenciou o afastamento dos policiais suspeitos daquela área, remanejando-os para a Sede, em Dourados.

Além disso, de imediato encaminhou expediente ao Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar, Coronel PM JONAS DOMINGOS DO NASCIMENTO, informando do ocorrido, e solicitando a instauração de um Inquérito Policial-Militar, para apuração dos fatos.

Significa dizer que se houvesse alguma participação do Diretor com os criminosos, por qual motivo então ele mandaria autuar os mesmos, e ainda pediria a instauração de um IPM? IPM esse, diga-se de passagem, para apurar exclusivamente a participação dos PM’s nas denúncias dos arrastadores!

Outro ponto que o jornalista aborda e deixa em suspenso, de maneira maliciosa, é com relação ao IPM ter sido feito em “sigilo”.

O que ele quer? Será que todas as vezes que for necessário instaurar um Inquérito, ele entende que o Departamento deve avisá-lo? Que absurdo...

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