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Destino de resíduos recicláveis é tema de reunião na Capital

14 Ago 2007 - 17h39
Para debater a operacionalização do Decreto 5.940/2006, do governo federal, que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, a diretoria regional dos Correios promoveu nesta terça (14), a "1ª Reunião de Articulação de Parcerias dos Correios pelo Meio Ambiente". Estiveram presentes na reunião cerca de 50 representantes de órgãos públicos, empresas privadas e organizações não-governamentais de Campo Grande, como Ibama, Prefeitura, Banco do Brasil, Banco Real, Universidade Federal, IBISS, Exército, Aeronáutica, Receita Federal, Claro, Sebrae, Conselho Regional de Administração, entre outros.
 
Na primeira parte da reunião, representantes da Coopervida Coopervida (Cooperativa dos catadores de materiais recicláveis de Campo Grande) falaram sobre a experiência dos catadores, sua organização e problemas enfrentados desde a fundação da cooperativa até hoje.
 
Em seguida falou o representante da Unitrabalho, Odécio Visintin Rossafa Garcia, que abordou a operacionalização do Decreto 5.940. Para ele a coleta seletiva nos órgãos públicos passa por diversas fases, sendo que o primeiro passo é a constituição de comissões internas para sensibilização dos funcinários quanto à necessidade, importância e formas de se fazer a coleta. "É preciso criar envolvimento", afirma, "mostrando que a coleta seletiva gera renda e preserva o meio ambiente ao mesmo tempo, e nesta fase é necessário se trabalhar três conceitos: reduzir, reutilizar e reciclar". Junto com a sensibilização dos funcionários é preciso se construir a interlocução com as cooperativas. A segunda etapa do processo é fazer o diagnóstico dos materiais que são descartados: onde estão, que tipo, onde e como são recolhidos. Em seguida é preciso se pensar na logística, ou seja formas criativas para se coletar, armazenar e transportar os materiais recicláveis gerados pelas empresas ou orgãos públicos.
 
Para Odécio, a questão da coleta seletiva é das mais importantes hoje na sociedade dada a quantidade enorme de lixo que está sendo gerado diariamente, o que superlota rapidamente os lixões e aterros sanitários. "Na coleta seletiva temos a junção da qualidade de vida, com a inclusão social e a preservação do meio ambiente". Ele destaca também que, assim como está sendo feito em nível federal, podem ser instituídos decretos estaduais e municipais, estabelecendo a coleta seletiva em órgãos e empresas públicas, para destinação às cooperativas. Esse trabalho pode ser feito em parceria com organizações não-governamentais e empresas privadas, pois a questão da destinação dos resíduos é comum a todos.
 
 
 
Fátima News

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