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15 de Setembro de 2004 15h49

Depois de um ano, FCO chega na próxima semana com mudanças

Depois de mais de um ano, os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) devem chegar finalmente ao cofres do Banco do Brasil, na semana que vem. Ao todo, R$ 1 bilhão chega para a região. O Estado por sua vez, tem direito a 23% deste montante, resultando em R$ 230 milhões. Mas este ano, o recurso provém de outra fonte e deve sofrer alterações.

 

Conforme informou o superintendente estadual do Banco do Brasil, Marcos Galles, o FCO não vem mais de arrecadações do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O recurso provém agora do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Ainda segundo Galles, as taxas sobre esta linha de crédito serão as mesmas. “O que muda é que no FCO tradicional havia um bônus de 15% de desconto sobre essa taxa, para casos de adimplência. Neste FCO, que vem com recursos do FAT, não haverá mais esse bônus”, explicou.

 

Outra diferença, seria o repasse deste recurso que agora vai ser direcionado somente para pessoas físicas e jurídicas, no caso empresas e agropecuaristas de médio e grande porte. Antes, com recursos do IR e do IPI, 51% desses recursos do FCO, eram destinados à pequenos e mini-produtores.

 

Sudeco - Nesta quarta-feira, em entrevista ao Bom Dia MS, o secretário para o Desenvolvimento do Centro-Oeste do Ministério da Integração Nacional, Athos Magno Costa e Silva, explicou sobre as taxas com relação ao FCO, mas também sobre a instalação da Superintendência para Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), extinta há 14 anos pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello.

 

Segundo ele, com a instalação da Sudeco, e com a união de representantes do Estado da região Centro-Oeste, o montante de recursos do FCO pode ser bem maior. “O Centro-Oeste tem lutado muito, o que temos que fazer é unir a região, no campo político e com o auxílio do empresariado”, afirmou.

 

Empresariado – Para o presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Alfredo Fernandes, a criação da Sudeco já é um anseio antigo por parte do empresariado. “Apoiamos e pedimos uma união da bancada política no sentido de agregar um desenvolvimento da região Centro-Oeste, conseqüentemente de Mato Grosso do Sul”, afirmou.

 

Ele assim como o secretário Athos Magno, defende uma união de representantes dos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal para se unirem com objetivo de tentar conseguir maiores recursos para a região Centro-Oeste com o auxílio da Sudeco.

 

Fernandes ainda complementa que os recursos do FCO são bem mais aplicados em ações rentáveis do outras regiões do país. “Outras regiões têm dívidas de 30% a 20% e aqui nos temos apenas 2%, e não temos dinheiro para aplicar em outros empreendimentos também rentáveis, como o agronegócio, por exemplo”, concluiu.
 
 
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