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Brasil

Democracia na escola estadual: 500 mil votaram para diretor

25 Nov 2004 - 17h12
No dia 18 de novembro as escolas estaduais deram um grande passo para consolidar a democracia na rede estadual de ensino. Mais de meio milhão de pessoas – alunos, pais, professores, administrativos e gestores – de 338 unidades escolares votaram e escolheram os representantes da direção colegiada, formada por diretores, diretores adjuntos e colegiado escolar, para os próximos três anos.

De acordo com o secretário de Estado de Educação, Hélio de Lima, o Governo Popular cumpre com êxito seu compromisso com os princípios da democracia ao fortalecer a eleição direta para os gestores escolares. “A eleição na rede estadual é um processo educativo para a cidadania dos alunos. Mato Grosso do Sul mais uma vez sai na frente com a escolha dos diretores em eleição direta”, declara, ao acompanhar uma votação na escola estadual Hércules Maymone, em Campo Grande.

As eleições envolveram 783 candidatos à direção e direção adjunta. Em 139 unidades houve vagas para diretor adjunto, já que elas contam com mais de 900 alunos e funcionam em três turnos. Campo Grande, o maior colégio eleitoral, conta com aproximadamente 25% das escolas de todo o Estado que participaram das eleições.

A campanha e a eleição aconteceram conforme a Secretaria de Estado de Educação havia previsto. “Esta foi a eleição mais tranqüila que tivemos, desde que a instituição da eleição direta nas escolas estaduais, em 1991”, frisou o secretário. Embora o voto não fosse obrigatório, a maioria das pessoas da comunidade escolar fez questão de participar”, sustenta o coordenador de Gestão Escolar da SED e presidente da comissão eleitoral central, Ronaldo Larrubia.

Para o coordenador, de todas as eleições, esta foi a que teve a normatização mais transparente possível, com acesso para consulta e sugestão de toda a comunidade. “Antes de serem definidas, as regras das eleições foram amplamente discutidas com instituições como o Conselho dos Diretores Estaduais de Campo Grande (Condec) e a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems). Conseguimos alcançar nosso objetivo: permitir que as comunidades elegessem seus representantes, em um processo democrático e transparente”.

Os pais e alunos participaram do processo eleitoral não apenas escolhendo as melhores propostas dos candidatos, mas participando como fiscais, mesários, secretários e presidentes de mesa. Dessa forma, segundo o secretário de Educação, os alunos já começam a ter a experiência de uma eleição, com a qual certamente vão deparar no futuro. “O ideal é que a participação expressiva da comunidade na eleição não arrefeça. Pais, alunos e funcionários devem se envolver, tornar-se protagonistas, agentes de transformação nas escolas”, resume o secretário.
 
Agência Popular

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