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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Delcídio condena reeleição, mas pede 5 anos para presidente

12 Mar 2007 - 16h30

O senador Delcídio Amaral (PT) defendeu, nesta manhã, em evento na Assembléia Legislativa, o fim da reeleição, a adoção do voto distrital e a permanência da cláusula de barreira. Ele também se disse favorável à adoção de cinco anos para presidente da República. Foi durante audiência que debateu a reforma política no País, promovida pelo deputado Amarildo Cruz (PT).

Delcídio disse que o Congresso Nacional aprovará a reforma política neste ano por questão de sobrevivência e para mudar a sua imagem perante a opinião pública. Ex-presidente da CPI dos Correios, o senador afirmou que o Congresso Nacional passou por episódios lamentáveis.

O senador do PT classificou a reeleição como a pior coisa que podiam ter feito ao País. Ele afirmou que os eleitos assumem o primerio mandato pensando em ganhar o segundo. E, quando são reeleitos, acabam realizando um governo pior do que o primeiro, no maioria dos casos. O parlamentar defendeu o mandato de cinco anos para presidente da República e o fim do atual sistema, que prevê pleitos a cada dois anos.

Delcídio lamentou o fim da cláusula de barreira pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Ele disse que a medida facilita a continuidade das siglas "absolutamente de aluguel".

O senador defendeu a adoção do voto distrital, de forma que a sociedade possa a cobrar os seus representantes. Falou que a modalidade de voto barateia o sistema político e se manifestou contrário ao voto em lista aberta, porque, na sua concepção, prevalece o poder dos caciques e da burocracia partidária. Citou ainda que, na maioria dos casos, os líderes políticos acabam entrando em conflito com os dirigentes do partido.

Delcídio disse ser "ardoroso defensor da reforma política" e avaliou que ela é importante para o Brasil". O senador elogiou a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT), que prometeu colocar a proposta em votação nos meses de abril e maio.

Com assessoria

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