Menu
LIMIT ACADEMIA
sábado, 23 de fevereiro de 2019
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
Busca
ITALÍNEA
Brasil

Decisão afeta escoamento da produção de carvão em MS

10 Ago 2010 - 13h48Por Agora MS

A decisão da Justiça Federal, atendendo pedido do Ministério Público Federal e do Estadual, vetando a emissão de DOF (Documento de Origem Florestal) para siderúrgicas com mais de 10 anos e para as que não tiverem Plano de Suprimento Sustentável, pode engessar o escoamento de 20% a 30% da produção de carvão de Mato Grosso do Sul, hoje entre 180 mil m³ e 200 mil m³ ao mês.

Este é o montante que segue para siderugicas de Minas Gerais, onde a legislação não estabelece o PSS, explica o presidente do Sindcarv, Marcos Brito. A determinação da Justiça, que visa combater o desmatamento, diz que siderúrgicas com menos de 10 anos de atividade terão acesso ao DOF mediante comprovação de que estão tomando medidas para se tornarem autossustentáveis em carvão vegetal, produzido a partir de florestas plantadas de reflorestamento.

As siderúrgicas com mais de dez anos de atividade no Brasil não poderão mais adquirir carvão vegetal nativo, lenha ou matéria-prima florestal produzida em Mato Grosso do Sul, com emissão de DOF.

Deixe seu Comentário

Leia Também

PEDOFILIA
Babá de 15 anos recebia dinheiro para ter relações com patrão
PREOCUPANTE
Mineradora declara situação de emergência em barragem de Araxá
INTOLERANCIA RELIGIOSA
Delegado solicita ida à casa do 'BBB 19' para interrogar Paula, investigada por intolerância
RESUMO DAS NOVELAS
Mercedes convoca Murilo para uma conversa
CORTE CEGO
Megaoperação da PM em 18 bairros tem três mortos e cinco feridos
PERSISTÊNCIA
Ex-faxineiro se forma em Jornalismo e já está empregado
O QUE IMPORTA PARA VOCÊ?
Equipe médica leva paciente de UTI à formatura do filho
INDIGNAÇÃO
Pedreiro desafia Rodrigo Maia: 'Trabalhe 30 dias numa obra, que trabalho até os 80'
AMOR INCONDICIONAL
Cadela espera toda noite pela chegada de Boechat, diz mulher do jornalista
VIOLENCIA DOMESTICA
Reconstrução de rosto de mulher espancada na Barra vai durar seis meses, diz médico