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Brasil

Custo da cesta básica tem redução de 0,38% em Campo Grande

12 Jul 2007 - 05h10

O custo da cesta básica alimentar em Campo Grande, que inclui 15 itens necessários à alimentação de um trabalhador adulto, apresentou redução de 0,38% no mês passado em relação a maio, caindo de R$ 165,54 para R$ 164,91, sendo que nos últimos 12 meses a variação acumulada é de 9,03% e nos últimos seis meses chega a 7,58%. A pesquisa constatou que, dos 15 produtos que compõem a cesta básica, oito registraram quedas: tomate (-12,23%), macarrão (-5,94%), banana (-5,73%), pães (-4,72%), margarina (-3,77%), alface (-2,74%), açúcar (-2,55%) e laranja (-0,88%).

Os produtos que apresentaram variações positivas foram: feijão (20,58%), batata (13,68%), arroz (4,49%), leite (4,35%), sal (4,00%), carne (2,03%), óleo (0,95%). O preço do tomate está em queda (-12,23%) em decorrência da intensificação da colheita nas lavouras de inverno em junho.

O volume de banana ofertado foi maior este ano devido à maior produtividade dos bananais e ao clima favorável, o que gerou uma queda em seu preço (-5,93%). Uma maior quantidade de laranja esteve disponível no mercado em junho, pois os fatores climáticos aceleraram a maturação da fruta, gerando uma queda em seu preço (-0,88%).

Vale destacar o produto feijão que, na mesa do consumidor em junho, apresentou alta (20,58%) em alguns estabelecimentos comerciais. Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a forte elevação registrada deste produto foi atribuída à sua escassez momentânea devido ao intervalo entre a colheita da primeira e segunda safra, ocasião em que houve uma quebra por causa de fatores climáticos.

O aumento no preço da batata (13,58%) ocorreu devido à redução da produtividade nas principais regiões produtoras, ocasionado pelo clima adverso no período de safra deste ano, que teve como conseqüência a valorização do produto. A Conab informou que a produtividade média dos arrozais apresentou uma redução de 1,90% devido a fatores climáticos, e no comparativo com a safra anterior, houve uma redução de 2,70% na produção do cereal, encarecendo o preço do arroz (4,49%). O leite continua em alta por causa do período de entressafra (4,35%), tendência registrada no mês anterior.

Em relação às horas trabalhadas, o trabalhador precisou gastar 95 horas e 28 minutos para adquirir a cesta básica. No levantamento anterior (abril), eram necessárias 95 horas e 50 minutos. Considerando o trabalhador que recebe um salário mínimo de R$ 380,00, resta-lhe R$ 215,09 para atender outras necessidades básicas como: água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros serviços. Em relação ao mês anterior, o trabalhador teve uma economia de R$ 0,63.

 

 

 

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