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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Correios estudam criar companhia aérea própria

29 Ago 2007 - 05h05
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) está estudando a possibilidade de criar uma companhia aérea para transporte de encomendas. O presidente dos Correios, Carlos Henrique Almeida Custódio, disse hoje que a formatação deste modelo de operação será concluída até o fim do ano. A idéia é buscar um parceiro na iniciativa privada, mas o governo seria o controlador desta nova companhia.
 
"O que a gente pretende é que este modelo seja de controle da empresa (dos Correios), mas de gestão privada", afirmou. Se a proposta for aprovada, a ECT faria um chamamento público para a escolha desse sócio estratégico. "Vamos abrir para todas as empresas do ramo com expertise em logística e transporte aeronáutico", afirmou.
 
Segundo Custódio, esta empresa nasceria já com um faturamento de R$ 500 milhões, que é o custo que os Correios têm anualmente com o transporte de encomendas feito por companhias aéreas comerciais. O presidente dos Correios não quis revelar quanto seria necessário de investimento para a criação desta subsidiária.
 
Os Correios, segundo ele, estão conversando com a Embraer para a fabricação de um avião cargueiro, que teria a vantagem de ser menor que os aviões comerciais e, portanto, facilidade de pousar em aeroportos pequenos. Ele não quis revelar se há entendimentos para a Embraer ser este possível sócio, apenas afirmou: "Seria um bom nome, mas não conseguiria dizer se eles têm foco neste negócio", afirmou.
 
CPI
 
A proposta de criação desta subsidiária surgiu com a CPI dos Correios, em 2005, e com as determinações de órgãos de controle do governo, como o Tribunal de Contas da União (TCU), para que a gestão da ECT fosse mais profissionalizada. Os estudos, segundo Coutinho, também fazem parte do planejamento estratégico dos Correios.
 
Comércio eletrônico
 
O presidente dos Correios disse que a demanda por transporte de encomendas aumentou com o comércio eletrônico, como compras pela internet. Segundo ele, no ano passado, este mercado cresceu 74%. "Agora, alguém tem que entregar e os Correios querem ser líderes de mercado nesse segmento também", afirmou.
 
BNDES
 
Ele disse que os Correios dispõem de recursos para fazer essa operação e que contam também com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O faturamento da ECT no ano passado foi de R$ 8,6 bilhões e o lucro ficou em R$ 396 milhões. Coutinho explicou que este não é um negócio de curto prazo, já que não há aeronaves disponíveis no mercado.
 
 
 
Estadão

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