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Congonhas abre só para decolagens e vôos vão para Cumbica

24 Jul 2007 - 08h35
O Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, abriu às 6 horas desta terça-feira, 23, apenas para decolagens. Os pousos que desceriam no aeroporto da zona sul da capital paulista foram transferidos para o Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos, segundo a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Depois de uma segunda-feira caótica, quando 38,1% dos vôos atrasaram no País, Congonhas tinha 19 vôos previstos, sendo que sete foram cancelados e não havia atrasos até às 7 horas; em Cumbica, dos 38 vôos programados até o horário, quatro tiveram atrasos superiores a uma hora e nenhum foi cancelado, segundo a Infraero.

Um forte nevoeiro cobria Congonhas na manhã desta terça-feira. Com a garoa e a chuva dos últimos dias, alguns pilotos se recusavam a pousar no aeroporto, que continua com a pista principal fechada por conta do acidente com o vôo 3054 da TAM, na última terça-feira, 17. De acordo com a TAM, 68 vôos da empresa foram cancelados em Congonhas e 22 transferidos para Cumbica.

 

Tanto a TAM como a Gol estão direcionando seus vôos para Cumbica, na maior parte, por conta da interdição da pista principal e as chuvas que caem sobre a cidade. A TAM pedia para que os passageiros ligassem para a empresa no aeroporto antes de seguirem para o embarque.

 

Na manhã desta terça, no Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos, as filas do check-in já estavam grandes e o movimento no saguão principal era muito intenso. Nenhuma partida ou chegada internacional, segundo os painéis da Infraero, estavam fora do horário, o que não ocorria com os vôos domésticos. Há atrasos em três decolagens e três chegadas.

 

Rio

 

A madrugada desta terça foi caótica no Aeroporto Antonio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro. Algumas pessoas chegaram a esperar de 6 a até 10 horas para conseguir embarcar e as filas continuavam longas na manhã desta terça.

 

Uma senhora que viajaria com um grupo de amigo para Belém, no Pará, em um vôo da Gol passou mal, desmaiou e teve de ser reanimada através de respiração boca a boca. A filha da passageira, revoltada com a situação, jogou um caixote contra o balcão da empresa.

 

Policiais militares tiveram de ser acionados. O caos no Tom Jobim nesta madrugada ainda foi reflexo da tumultuada segunda-feira nos aeroportos em São Paulo.

 

Dia caótico

 

Nos aeroportos de todo o País, a segunda-feira foi de atrasos e cancelamentos. Às 19 horas, a Infraero registrava 38,1% de vôos atrasados, de um total de 1.637 programados desde a zero hora; os vôos cancelados somavam 20%.

 

No início da noite, o aeroporto de Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, concentrava a maior proporção de vôos com atrasos superiores a uma hora: 72,9%, seguido pelos aeroportos de Guararapes, no Recife (66,6%), e Juscelino Kubitschek, em Brasília (59,1%).

 

Também houve grandes atrasos nos aeroportos de Confins (MG), com 53,3% dos 60 vôos fora do horário, Afonso Pena (PR), com 56%, e Salgado Filho, em Porto Alegre (55,5%). No Rio, os passageiros que tentavam embarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim amargaram longas esperas. Mais da metade dos vôos no atrasaram ou foram cancelados.

 

Um vôo da Gol com destino a Fortaleza chegou a ser remarcado cinco vezes. Inicialmente deveria sair as 21 horas de domingo. Funcionários da companhia confirmaram o vôo para as 22h30 e despacharam as bagagens. Segundo a bióloga Ana Cecília Castro, o embarque foi transferido para as 2 horas e depois para as 5 horas. "Ficamos por mais de uma hora na sala de embarque. Até que vieram informar que o vôo seria cancelado por falta de tripulação", disse. Ela embarcou às 13h30 de segunda. No Aeroporto Santos Dumont, muitos vôos sofreram atrasos e cancelamentos, mas o terminal permaneceu o dia todo com pouco movimento.

 

 

Estadão

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