Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
quinta, 21 de março de 2019
LIMIT ACADEMIA
Busca
ITALÍNEA
Brasil

Confederação discute propostas do governo

6 Set 2004 - 08h19
A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação (CNTE) encerrou hoje a Segunda Plenária Intercongressual, onde 35 organizações filiadas à CNTE chegam a conclusões e estabelecem propostas sobre os rumos que tomarão em relação à reforma sindical, reforma no ensino superior, proposta do Fundo de Financiamento à Educação Básica (Fundeb) e políticas educacionais do governo.

Segundo Juçara Dutra Vieira, presidente da CNTE, ficou decidido que a confederação irá legitimar a Central Única dos Trabalhadores (CUT) como representante da classe trabalhadora e da CNTE no Fórum Internacional do Trabalho. Ela diz que a CUT tem assento no Fórum que realiza negociações entre o governo, os empregadores e as Centrais Sindicais. “Na questão da reforma sindical consideramos dois itens necessários, especialmente para o serviço público, que são a negociação coletiva e o direito de greve – dois pontos que não foram conquistados pelos trabalhadores, embora o direito de greve já estivesse previsto desde a Constituição Federal de 1988”, destaca Juçara.

Além disso, durante a plenária, foi decidido que a CNTE continuará debatendo a proposta apresentada pelo governo no que diz respeito à reforma do ensino superior. “Decidimos continuar com a proposta do governo, embora tenhamos pontos contrários, como a compra de vagas públicas em estabelecimentos privados, a estatização de vagas. Mas, também temos pontos a favor como o que se refere às cotas”, ponderou a presidente da confederação.

Durante o encontro, também foram tratados pontos que consideram prioritários para a política dos fundos. Sobre a proposta do governo de criação do Fundeb, por exemplo, foi debatido que o Fundo deve ter recursos da União que não sejam concorrentes com os das universidades. “Também queremos que, dentro desta política de financiamento, se inclua o piso salarial profissional nacional, que haja efetivo controle social no sentido de responsabilizar os que desviam verbas do existente fundo do ensino fundamental, que haja a inclusão no fundo de todos os níveis e modalidades de educação básica”, disse Juçara Vieira.

Quanto às políticas de educação do governo, a presidente da CNTE pediu o aumento do financiamento educacional, derrubando vetos ao Plano Nacional de Educação. “Os vetos implicam na retirada, ou não destinação de recursos para a educação. Um dos pontos vetados do plano é o aumento gradativo do investimento do Produto Interno Bruto (PIB)”, revelou.

Além disso, foi incluída na proposta a ser entregue ao Ministério da Educação (MEC), em teleconferência no dia 22 de setembro, a necessidade de aumento do custo por aluno e que a educação seja tratada ainda no âmbito econômico. “Para instituir o Fundeb, ainda depende da concordância dos governadores e dos prefeitos”, lembrou Juçara.
 
 
Agência Brasil

Deixe seu Comentário

Leia Também

DESCASO
Bebê morre após parto feito pelo pai em ambulância sem médico
FAMOSIDADES
Aos 58 anos, atriz Tássia Camargo sofre infarto e está na UTI de Hospital em Portugal
ASSÉDIO SEXUAL
Homem é morto a tiros após assediar mulher casada
FATALIDADE
Mulher morre ao cair de pé de abacate e bater cabeça na linha do trem
MANIACO SEXUAL
Pai flagra estupro da filha dentro de casa usando o celular, suspeito foi preso
FAMOSIDADES
Quem era Bettina antes do R$ 1 Milhão: Ela foi professora de balé, modelo e panfleteira
MENTOR DO MASSACRE
Polícia de Suzano apreende menor suspeito de planejar ataque
INTERNADO
Criança de 4 anos cai em poço de cinco metros de profundidade
RESGATADO
Cão abandonado em ilha estava sendo comido vivo por urubus
SEXTUPLOS
Americana dá à luz seis bebês em nove minutos