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Comercialização de vacinas anti-rábicas cresce 80% em 2004

30 Ago 2004 - 14h49

Desde o início de 2003, quando o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) passou a incluir as vacinas anti-rábicas no programa de selagem, o combate e o controle da raiva dos herbívoros vem registrando resultados positivos em termos de comercialização.

De acordo com os dados da Central de Selagem de Vacinas (CSV), instalada em Vinhedo/SP, órgão constituído por parceria entre o MAPA e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), de janeiro até a primeira quinzena de agosto de 2004 já foram comercializadas 65 milhões de doses de vacinas anti-rábicas, volume 80% superior ao mesmo período de 2003 (36 milhões de doses). Além disso, o estoque atual de vacinas anti-rábicas na CSV é superior a 38 milhões de doses.

A comercialização em 2004 também supera, com folga, a demanda estabelecida pelo Programa Oficial de Vacinação do MAPA para o período, de 35 milhões de doses. Minas Gerais é o estado que mais consumiu vacina em 2004, com (17 milhões de doses), seguido por Goiás (14,4 milhões/doses), Mato Grosso do Sul (6 milhões/doses), Bahia (5,8milhões/doses) e São Paulo (4,6 milhões/doses).

De acordo com Emílio Salani, presidente do Sindan, é expressivo o avanço no combate à raiva dos herbívoros, resultado da modernização do Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros e do trabalho de parceria entre governo, indústria e produtores.

 

“O maior orçamento da defesa sanitária animal em conjunto com a conscientização cada vez maior dos pecuaristas está possibilitando incremento e modernização quantitativa e qualitativa dos programas de sanidade animal, como o da raiva dos herbívoros, e contribuindo para que o País evolua na erradicação dessa doença”, explica Salani.

Atualmente, toda a produção de vacinas de raiva está sendo enviada à Central de Selagem, onde os lotes da vacinas de cada laboratório têm a selagem acompanhada pelos fiscais do Ministério, garantindo que somente lotes aprovados sejam selados e nas quantidades certas.

“Essa medida proporciona muitos benefícios ao controle da raiva, além de criar diferenciais de garantia da vacina, evitar risco de falsificação e ainda viabilizar a rastreabilidade dos medicamentos. O objetivo é que, em breve, todos os produtos de campanha e programas de erradicação e controle de doenças passem por todo esse controle”, finaliza Salani.

 

Famasul

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