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Comer O Quê? O Quê Comer? por Demerval Nogueira

20 Abr 2007 - 15h42

Comer O Quê? O Quê Comer?

 

 

Demerval Nogueira*

             

 

As pessoas reclamam no seu dia a dia sobre o quê comer? A reclamação não se refere principalmente à não ter o que comer, mas sim, os problemas ocasionados pelos produtos que comemos diariamente, enfim, a nossa alimentação rotineira.

 

Se observarmos e verificarmos os produtos que estamos consumindo no cotidiano, vamos nos deparar com um número enorme de produtos alimentícios que causam problemas à saúde humana.

 

Médicos de diversas especialidades e nutricionistas assinalam com refinada inteligência e precisão que a alimentação que o brasileiro consome é precária, e, em sua maioria, nociva à saúde. E não é necessário ser nenhum ‘expert’ em matéria de alimentos para saber que a nossa alimentação não é saudável.

 

É só parar um pouquinho e meditar... Com certeza vamos encontrar uma ‘panelada’ de produtos que são consumidos diariamente por milhões e milhões de brasileiros que ocasionam malefícios à saúde humana. Uns afirmam que todos os produtos de origem animal são prejudiciais. Outros dizem que as hortaliças são piores porque em sua maioria, são consumidas sem passar por congelamento e ainda são ingeridas sem serem fritas ou cozidas e, com isto, aumentam as chances de contrair doenças.

 

Afinal, o quê comer? Uma boa pergunta! E, como sempre uma pergunta instigante merece uma boa resposta, vamos então analisar alguns aspectos no que tange respeito à nossa alimentação: Na verdade, a maioria dos produtos que consumimos em nosso dia a dia, se for verificá-los, são prejudiciais, porém, não temos nenhuma alternativa capaz de substituir a nossa alimentação. A alimentação é absolutamente necessária para a sobrevivência humana.

 

A maioria dos médicos solicita de seus pacientes que façam uma alimentação balanceada, quase sempre à base de frutas e produtos fibrosos. Mas não são todos os clientes que podem comprar esses produtos quase que diariamente, porque o poder de compra da maioria absoluta dos brasileiros é irrisório e a falta de disponibilidade financeira é uma constante, aspecto que contribui decisivamente na hora de nutrir uma boa alimentação.

 

Na era em que estamos vivendo, a situação é tão complicada quando se fala em matéria de alimentação que, até a água que bebemos, muitas são puras e cristalinas, outras são de péssima qualidade ou recebe dosagem exagerada de cloro, isto, sem contar a contaminação freática gerada por hormônios que são utilizados na fase de maturação da cana, bem como, pesticidas e fungicidas que são aplicados no solo e nas plantas. Os produtos derivados de hortifrutigranjeiros, não podem negar que são sobrecarregados de infiltrações nocivas. Animais suínos e ovíparos na reta final para o abate são tratados com rações com doses exageradas de hormônio e outras substâncias químicas nocivas. As hortaliças em sua formação recebem dosagens consideráveis de elementos químicos à base de uréia, além de inseticidas, fungicidas, etc. Os bovinos são vacinados periodicamente com vacinas contra carbúnculo, febre aftosa, mosca do chifre, tuberculose bovina, etc., que podem se manter por um determinado tempo na carne e no leite. Os produtos enlatados, todos, recebem componentes químicos. Outros são ‘ensacados’ e também ‘embalados’com miscigenação de substâncias químicas perigosas, como por exemplo, estrôncio, elemento químico que, em doses elevadas, pode desenvolver doenças cancerígenas.

 

A gordura do toucinho provoca a evolução do colesterol e triglicérides. O sal e o açúcar de uso diário, o primeiro é hipertensivo, enquanto que a sacarose é um terrível ‘veneno’ para os hiperglicêmicos. Os óleos produzidos através das oleaginosas também provocam efeitos colaterais indesejáveis com o passar do tempo, isto devido ao preparo do solo e manutenção equilibrada dos cultivares, momento em que são utilizados defensivos agrícolas, como pesticidas, herbicidas, lagarticidas, produtos para o dessecamento e outros que oferecem severos riscos à saúde. Tudo isto sem contar o uso indiscriminado de diversos elementos químicos que, às escondidas, acabam sendo utilizados, como por exemplo, o brometo de potássio que muitos ainda insistem em colocá-lo quando da fabricação de pães. E olha que ainda não tecemos nenhum comentário sobre os produtos geneticamente modificados, os chamados – transgênicos, que já está alastrado Brasil afora.

 

Portanto, são alguns alimentos que foram mencionados. Pense também em outros alimentos que não foram relacionados... Se analisar bem, com certeza vão encontrar neles algum tipo de produto que causará malefício à saúde.

 

Pensando bem, que rumo tomar a respeito da nossa alimentação? Apelar para os produtos orgânicos? Que ainda são produzidos em pequena escala porque requer uma série de exigências, onde se enquadram os pequenos proprietários que exercem a chamada ‘agricultura familiar’, enquanto que, aqueles que produzem em largas escalas, visam apenas o lado financeiro, mesmo porque, estão impossibilitados de trabalharem ‘organicamente’, tendo em vista o vasto campo produtivo.

 

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