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Cientistas acreditam ter encontrado "afrodisíaco" feminino

29 Jun 2004 - 14h04
Uma nova droga desenvolvida, a princípio, para tratar disfunção erétil pode se tornar o primeiro "afrodisíaco realmente científico", segundo pesquisadores canadenses que a testaram em ratas.

Em artigo publicado pela "Pnas" --a revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos-- a equipe de James Pfaus, pesquisador da Universidade Concordia, em Montreal, afirma que as ratas que receberam doses injetadas da droga PT-141, da companhia Palatin, apresentaram um maior estímulo sexual.

Segundo Pfaus, as ratas começaram a flertar mais com os machos e, quando receberam doses mais altas da droga, tentaram até mesmo montá-los --um sinal de pressa pelo acasalamento.

"Embora o comportamento sexual de ratos e humanos seja diferente, os efeitos da manipulação farmacológica do apetite e da consumação [do ato] sexual são similares entre ratos machos e homens", escreveram os pesquisadores. Segundo eles, provavelmente, o mesmo seja verdadeiro para as mulheres.

Embora a droga tenha sido injetada nos ratos, em testes com humanos para o tratamento de disfunção erétil ganhou a forma de um spray nasal.

A PT-141 é a primeira droga contra disfunção sexual que não atua sobre o aumento da circulação sangüínea e, portanto, pode ser mais segura para quem tem problemas cardíacos.

Cientistas acreditam ter encontrado "afrodisíaco" feminino
da Folha Online

Uma nova droga desenvolvida, a princípio, para tratar disfunção erétil pode se tornar o primeiro "afrodisíaco realmente científico", segundo pesquisadores canadenses que a testaram em ratas.

Em artigo publicado pela "Pnas" --a revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos-- a equipe de James Pfaus, pesquisador da Universidade Concordia, em Montreal, afirma que as ratas que receberam doses injetadas da droga PT-141, da companhia Palatin, apresentaram um maior estímulo sexual.

Segundo Pfaus, as ratas começaram a flertar mais com os machos e, quando receberam doses mais altas da droga, tentaram até mesmo montá-los --um sinal de pressa pelo acasalamento.

"Embora o comportamento sexual de ratos e humanos seja diferente, os efeitos da manipulação farmacológica do apetite e da consumação [do ato] sexual são similares entre ratos machos e homens", escreveram os pesquisadores. Segundo eles, provavelmente, o mesmo seja verdadeiro para as mulheres.

Embora a droga tenha sido injetada nos ratos, em testes com humanos para o tratamento de disfunção erétil ganhou a forma de um spray nasal.

A PT-141 é a primeira droga contra disfunção sexual que não atua sobre o aumento da circulação sangüínea e, portanto, pode ser mais segura para quem tem problemas cardíacos.
 
Folha On Line

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