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22 de Dezembro de 2004 14h48

Cientista propõe um novo calendário permanente

Um cientista norte-americano está sugerindo a adoção de um novo calendário para marcar a passagem dos dias em que os feriados e aniversários cairiam sempre no mesmo dia. Richard Conn Henry, professor do Departamento de Física e Astronomia Henry A. Rowland, da Universidade Johns Hopkins, acredita que o novo sistema, baseado na análise científica, permitiria "profundos benefícios práticos e econômicos", segundo a Agência Fapesp.

No calendário do pesquisador, cada período de seis meses é idêntico ao seguinte. Janeiro, fevereiro, abril, maio, julho, agosto, outubro e novembro têm 30 dias. Março, junho, setembro e dezembro têm 31. Se um aniversário cai no sábado em um ano, cairá também no sábado no ano seguinte e em todos os outros. Natal e Ano-Novo seriam sempre aos domingos.

"É só pensar um pouco sobre quanto tempo e esforço são dispendidos para adaptar os calendários de cada organização no mundo ao calendário do próximo ano que as vantagens do C&T se tornam óbvias. Ele faria a vida muito mais simples, permitiria um planejamento racional das atividades e traria benefícios econômicos imensos, especialmente para as empresas", disse Henry em comunicado da Universidade John Hopkins.

O cientista, que é ligado à Nasa, usou programas de computador e fórmulas matemáticas complexas para adaptar o calendário proposto em 1996 pelo matemático norte-americano Bob McClenon. O novo sistema recebeu o nome de C&T, Calendar-and-Time Plan.

Henry começou uma campanha a partir de um site na internet para estimular a adoção do calendário C&T em 1º de janeiro de 2006. Segundo ele, a data seria ideal já que cai no domingo tanto pelo calendário atual quanto pelo novo, o que facilitaria a transição.

O calendário gregoriano, que está em vigor hoje, precisou remover 11 dias no mês em que passou a valer, outubro de 1582. O motivo para o ajuste deriva do mesmo problema que torna um desafio tão grande a construção de outro calendário hoje: o fato de que há um número não exato de dias no ano terrestre. São exatamente 365,2422 dias, o tempo de translação da Terra em torno do Sol.

Para lidar com a "sobra", o calendário atual marca um ano bissexto, com 366 dias, a cada quatro. A exceção são os anos múltiplos de cem e que não sejam múltiplos de 400.

O calendário de Henry propõe o abandono dos anos bissextos e a adoção, a cada cinco ou seis anos, de um ano diferenciado, com sete dias a mais.

 

 

Terra Redação

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