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CANTINA BAH
Brasil

Câmara aprova reajuste de parlamentares e Lula

10 Mai 2007 - 08h44

 

Depois de meses de discussão, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o reajuste de parlamentares de R$ 12,8 mil para R$ 16,5 mil. O Projeto de Decreto Legislativo 35/07, que ainda precisa passar pelo Senado, teve votação simbólica. Os deputados aprovaram também o aumento dos vencimentos do presidente da República, do vice e de ministros.

O Projeto de Decreto Legislativo nº 36/07 aumenta o vencimento do presidente Lula de R$ 8.885,45 para 11.420,21 e os salários do vice-presidente e dos ministros sobem de R$ 8.362,00 para R$ 10.748,43. Para ser confirmado, o projeto ainda precisa passar pela aprovação do Plenário do Senado.

O reajuste, que é retroativo a abril, é equivalente à inflação dos últimos quatro anos, ou seja, a 28,5%. O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), foi a São Paulo para receber o papa Bento XVI e voltou apenas para presidir a sessão.

A decisão de aumentar os prórpios salários sofreu críticas, principalmente com a argumentação de que o salário dos trabalhadores "comuns" não estava sendo reajustado.

"O salário dos trabalhadores terceirizados, aqueles que limpam os nossos gabintes, estão sem ser reajustados. Nem mesmo o ticket alimentação, que mantém a sobrevivência deles, foi reajustado. A mesma casa que aumenta os sues próprios salários, não tem a sensibilidade de reajustar o salários dos trabalhadores. Portanto somos contra o reajuste", disse Luiza Erundina (PSB-SP).

Já os favoráveis argumentaram que era preciso parar com "falsas demagogias" e que o rejuste nada mais era do que "justo" devido o ínidice de inflação. "Vou me referir aos demagogos de plantão. Muitos fazem aqui uma demagogia, mas não abrem mão de seus vencimentos, por que isso?", questionou o deputados Carlos Willian (PTC-MG).

O reajuste de acordo com a inflação acaba com a polêmica que teve início com a tentativa de parlamentares, no fim do ano passado, de aumentar os próprios salários em 91%. Pressionados pela opinião pública, os deputados recuaram.

 

Terra Redação

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