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Fátima do Sul, 23 de Outubro de 2017
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3 de Janeiro de 2005 13h39

Brasil triplica exportações de álcool combustível

Até novembro de 2004, o Brasil exportou U$S 457 milhões de álcool combustível. O volume representa quase o triplo das vendas externas do ano anterior de US$ 158 milhões. Em 2004, as exportações de álcool devem fechar o ano em 2,2 bilhões de litros. Ao todo, as exportações da cadeia do açúcar e do álcool devem reder ao país cerca de US$ 3 bilhões – um crescimento de 32% na comparação com 2003.

O diretor do Departamento do Açúcar e do Álcool do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ângelo Bressan, diz que a implementação de programas de mistura do álcool combustível na gasolina adotada por outros países ajudou o Brasil a conquistar novos mercados para o produto. “Índia, Estados Unidos, Tailândia e quase todos os países que estão desenvolvendo programas para melhorar as condições ambientais compraram muito do Brasil neste ano”, afirma. Segundo ele, o resultado ajuda o Brasil a se consolidar na liderança mundial da produção de cana-de-açúcar.

Para 2005, as perspectivas são ainda mais animadoras. Com a ratificação do Protocolo de Kyoto pela maioria dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, o Brasil perseguirá a liderança mundial nas exportações do álcool combustível. A recente assinatura do protocolo pela Rússia deu um forte impulso à adesão de outras nações. As regras do protocolo, que devem entrar em vigor no próximo dia 16 de fevereiro, têm o objetivo de limitar a emissão de gases poluentes responsáveis pelo excessivo aquecimento da temperatura do planeta.

Outro ponto positivo para o setor é a expansão do Programa Nacional do Álcool (Proálcool), destinado ao estímulo da produção e o consumo de álcool combustível no Brasil, e a forte entrada no mercado dos veículos bi-combustíveis, o que aumentou o consumo interno de álcool no Brasil.

Os sinais de que o setor terá um bom ano não param por aí. A aprovação das Parcerias Público-Privadas (PPPs) pelo Congresso Nacional deve auxiliar na resolução dos problemas de infra-estrutura do país. “Hoje, o Brasil é reconhecidamente um país de ponta quando se trata da eficiência na produção no setor sucroalcooleiro”, diz Bressan. Segundo ele, existem outras experiências de desenvolvimento de biocombustíveis sendo realizadas no mundo, mas nenhuma chegou ao estágio em que está o álcool combustível no Brasil.
 
 
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