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24 de Agosto de 2004 17h19

Brasil sofre com EUA, mas vai à semifinal do vôlei

Não foi fácil, mas a Seleção Brasileira feminina de vôlei passou para a semifinal do torneio olímpico ao vencer os Estados Unidos por 3 sets a 2. Sabendo que o jogo era decisivo para não serem eliminadas, as brasileiras apresentaram muita instabilidade no volume de jogo e, com a partida na mão em 2 sets a 0, permitiu a reação das americanas e o jogo foi ao tie-break.

A equipe pega agora a Rússia que eliminou hoje a Coréia do Sul. A partida será na próxima quinta-feira.

O primeiro set começou bem disputado e a maioria das bolas brasileiras eram para Virna. Logo o Brasil passou e abriu 12 a 8. A seleção estava atenta na defesa e nas coberturas permitindo contra-ataques. No entanto, ao se aproximar do fim do set, passaram a cometer alguns erros e permitiram uma reação americana em 24 a 22. O técnico Zé Roberto fez um pedido de tempo para que a equipe pudesse se acalmar. Funcionou e o set terminou em 25 a 22.

Tendo sido o nome do primeiro set, com dois pontos de saque, Mari, novamente pontuou no saque forçado. Com facilidade a equipe abriu quatro pontos de vantagem. Com o passe na mão, Fernanda Venturini distribuía bem as bolas com as atacantes. Além disso, a líbero Arlene (eleita a melhor da primeira fase) estava atenta em quadra, junto com o bloqueio brasileiro.

Mas com três erros na seqüência, as americanas empataram em 7 a 7 e depois conseguiram virada em 13 a 12. Após um longo rali, um bom saque de Mari e um bloqueio brasileiro, a seleção empatou em 14 a 14 e conseguiu voltar a jogar bem. O set terminou em 25 a 20.

O terceiro set foi da famosa "síndrome do 3º", quando o time que está vencendo relaxa e perde. As americanas ficaram sempre no comandando do placar. Mari, que não estava mais tão bem, foi substituída por Bia. Mesmo assim, os EUA abriam dois de vantagem com 19 a 17. Érika era a jogadora que mais mostrava vontade e encarava o bloqueio americano para colocar a bola no chão, mas nem sempre dava certo e as americanas fecharam em 25 a 22.

Para o quarto set as americanas começaram com as jogadas rápidas de meio-de-rede e, de novo, na frente. No tempo técnico, em 8 a 6, Zé Roberto deu uma bronca nas jogadoras. ¿Mari, Érika, tem que ter saque forçado. Virna, não pode mais errar¿, gritava.

Mas o time continuava errando e não conseguindo parar os ataques da ponta Nnamani, que entrou no segundo set, complicando o jogo brasileiro. Érika obedeceu a ordem e forçou no saque. Conseguiu um ace, mas depois colocou na rede. Virna continuava errando e foi substituída por Sassá que com bons saques possibilitou à seleção passar no placar, mas num erro da própria Sassá permitiu a reação. Com 27 a 25, as americanas empataram o jogo em 2 a 2.

O tie-break serviu para a seleção jogar e voltar a defender e bloquear com eficiência. Começou com dois ralis, em função das muitas defesas americanas, mas o Brasil abriu 2 a 0. Virna voltou e usou sua experiência para fazer mais dois pontos. Mari abriu mais um no ataque, Walewska no bloqueio e, num erro americano, a seleção já tinha 7 a 0. O time administrou a larga vantagem e fechou com facilidade em 15 a 6.

 

Terra Redação

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