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Brasil fica longe do hepta após 2ª derrota no Gran Prix

24 Ago 2007 - 07h45

Na madrugada desta sexta-feira, o Seleção Brasileira feminina sofreu sua segunda derrota na fase final do Grand Prix de vôlei, em Ningbo, na China, perdendo para a Holanda por 3 sets a 1 (19/25, 25/19, 25/23, 22/25 e 15/8). Com isso, as chances do heptacampeonato brasileiro estão cada vez menores.

Nos dois jogos anteriores contra a Holanda, a Seleção havia vencido por 3 sets a 0. Em 42 confrontos, esta foi a primeira derrota do Brasil para a Holanda.

O Brasil precisava desta vitória pois a equipe holandesa é a única invícta na fase final do Grand Prix, estando cada vez mais próximas de conquistarem um título inédito.

A equipe do técnico José Roberto Guimarães volta à quadra neste sábado, às 8h30 (de Brasília), enfrentando a Itália. O último jogo será no domingo, contra a China.

A Holanda lidera a fase final da competição, com três vitórias. O próximo jogo da equipe ocorre também no sábado, às 2h30 (de Brasília), contra a Polônia.

A Rússia, que venceu a Polônia por 3 sets a 0 (25/11, 25/22 e 26/24) e assumiu a vice-liderança com cinco pontos. O Brasil tem quatro e terminará a rodada na quarta ou quinta colocação, dependendo do resultado entre Itália e China.

Sheilla foi a maior pontuadora da Seleção, com 20 pontos no total (17 de ataque e três de bloqueio), seguida por Paula Pequeno (15 de ataque e um de bloqueio). Carol Albuquerque conseguiu quatro pontos de saque.

No entanto, nenhuma delas compensou o equilibrado ataque holandês. Chane Staelens (18 pontos), Visser (17), Flier (15) e Wensik (16, sendo seis de bloqueio) ainda contaram com os 25 erros da equipe brasileira para vencer e dar um grande passo rumo a um título inédito.

O primeiro set mostrou o Brasil arrasador que a torcida se acostumou a ver no Grand Prix. Paula Pequeno foi o destaque, com sete pontos. Mas Carol Albuquerque variou bem o jogo, explorando também Sheilla, que cravou cinco bolas.

O técnico José Roberto Guimarães poucas vezes precisou corrigir o time. Tanto que a única reserva a entrar em quadra foi Joycinha, que atacou da ponta e fechar o set em 25-19.

No segundo set, porém, o pesadelo dos erros cometidos na derrota para a Rússia voltou a assombrar o Brasil. Ao mesmo tempo que a recepção brasileira decaía, obrigando a levantadora a mandar bolas altas para a ponta, o bloqueio holandês crescia e suas atacantes se destacavam.

O melhor exemplo do descontrole foi uma tentativa de Sheilla de largar uma bola sobre o bloqueio. Errou o toque e cedeu um ponto de graça para o adversário. O Brasil dependia de saques forçados, como os de Carol e Fabiana, para marcar seus pontos, já que o ataque não dava resultado.

O terceiro set foi o mais equilibrado. O Brasil saiu na frente, depois voltou a mostrar erros e deixou o adversário disparar. Aos poucos, porém, recuperou a concentração e reagiu. Chegou a empatar por 20 a 20, mas o árbitro voltou atrás da sua marcação e deu o ponto para a Holanda .

A diferença se manteve em um ponto até o fim do set. O empate veio aos 23 pontos, num erro da recepção holandesa. Mas a Holanda marcou dois pontos seguidos, o último deles de bloqueio, e fechou em 25-23.

Um ace de Flier mostrou logo de cara as intenções de decidir o jogo no quarto set, que a Holanda começou vencendo por 4 a 1. Irritado, o técnico brasileiro reclamava da falta de atenção das jogadoras, que não conseguiam encaixar uma boa seqüência e virar o placar. Nas raras chances que encontrava, faltava poder de decisão para pôr a bola no chão do outro lado da rede.

O gostinho de liderar o placar só voltou quando Carol Albuquerque conseguiu variar a armação de jogadas e Fabiana fez 22 a 21. As holandesas pareceram sentir a pressão e o Brasil aproveitou para fechar em 25 a 22, num ataque da jovem Thaisa.

No tie-break, os dois times soltaram o braço. Mas o ataque holandês mostrou mais força, e logo abriu uma vantagem de 10 a 4. O Brasil voltou a mostrar seus erros na recepção e José Roberto Guimarães mexeu no time. Um ponto de saque de Fabiana chegou a animar, mas o ataque continuou incapaz de superar a marcação e a Holanda foi acumulando pontos.

No fim, Vissen bloqueou um ataque pelo meio para marcar seu sexto ponto no fundamento e o 15º da Holanda no set.

 

 

Terra

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