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Brasil é o segundo maior consumidor de vinho da América Latina

20 Jun 2007 - 04h25
A expectativa é que o consumo de vinho pela classe média brasileira seja 39% maior em 2011. Até lá, vão beber cerca de 369 milhões de litros por ano, um aumento de 12,5% em relação a 2005. A otimista previsão é do centro de pesquisas britânico International Wine and Spirit Record. Segundo o estudo, a tendência é que o aumento da produção do Brasil também se desenvolva paralelamente.

"O Brasil já é o segundo maior consumidor da América Latina, só perdendo para a Argentina", afirma André Freire, crítico de vinhos e diretor técnico da Wine Bahia 2007 - maior evento do Norte/Nordeste sobre vinhos e artigos relacionados. Por outro lado, o consumo em países considerados grandes produtores de vinho, como Argentina, Chile e Uruguai, vem sofrendo uma considerável queda. De acordo com André Freire, uma pesquisa recente feita pelo papa da economia mundial Michael Porter concluiu que cinco países no mundo têm um grande potencial de crescimento de mercado consumidor e o Brasil está entre eles. Entre as três cidades com maior capacidade de aumento de consumo estão Salvador, Recife e Manaus, nesta ordem.

Com números tão positivos, os grandes grupos estão investindo na produção nacional. A Miolo Wine Group, por exemplo, pretende chegar ao ano de 2012 com 1000 hectares de vinhedos próprios (mais que o dobro do atual); produzir 12 milhões de litros de vinhos finos por ano; exportar 30% da sua produção anual, faturar R$ 150 milhões/ano e ser o maior negócio de vinhos finos do Brasil. Simultâneo ao interesse pela bebida, surge uma maior oferta de cursos e degustações. Os novos importadores também têm oferecido melhores condições de armazenamento, prestando especial atenção às condições de temperatura.

Ainda de acordo com o relatório, a oferta de vinhos de diversas partes do mundo atende à curiosidade dos novos consumidores no país, mas a grande parte das bebidas no Brasil ainda vem dos países vizinhos Chile e Argentina, seguidos pelos vinhos italianos, portugueses e franceses. A queda do dólar é outro novo fator que mexe diretamente com o consumo da bebida. Atualmente, o vinho é um dos produtos campeões de saída entre os importados nas gôndolas da maioria dos supermercados e delicatessens. "Muitos consumidores tinham o desejo de comprar importados, porém os preços não ajudavam. Agora, com a baixa da moeda americana, podemos repassar os valores para os clientes, que estão procurando mais", comenta o gerente regional da importadora KMM, Fabrício Isnenghi. Segundo ele, as marcas mais procuradas são as chilenas e as argentinas.

Nos próximos dias 14 e 15 de julho, grandes fornecedores vão estar expondo as principais novidades do mercado nos estandes da Wine Bahia 2007. Além dos lançamentos de rótulos nacionais e internacionais, a feira apresentará artigos relacionados a essa bebida milenar. O evento será uma oportunidade para os amantes e conhecedores do vinho ficarem por dentro de tudo o que há de inovador no mercado. Em sua terceira edição, a Wine Bahia está sendo produzido por Lícia Fábio - uma das maiores promoters do Estado. Entre os expositores confirmados estão Cantu, Pernod-Ricard, Grand Cru, Lusitana, Villa Francione, Adega Alentejana, Barrinhas, Pizzato, KMM, Miolo Wine Group com as sete empresas do grupo, ou seja, Osborne, Via, Miolo Brasil, Terranova, Fortaleza do Seival, Lovara e RAR, e a Roupa do Vinho. A SALVATUR é a agência oficial da Wine Bahia 2007.

 

Maxpress

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