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Bombas matam pelo menos 85 em cidade iraquiana de Kirkuk

16 Jul 2007 - 09h25
Pelo menos 85 pessoas foram mortas nesta segunda-feira,16, em Kirkuk, norte do Iraque, pela explosão coordenada de um caminhão-bomba e um carro-bomba em zonas movimentadas da cidade, segundo a polícia.

O caminhão explodiu em um mercado lotado de Kirkuk. Já o carro estava estacionado em uma rua movimentada quando foi detonado. Mais de 180 pessoas foram feridas no ataque. A polícia diz que o número de vítimas pode continuar subindo.


Ao sul de Bagdá, milhares de soldados dos Estados Unidos ocuparam um suposto bastião da Al-Qaeda iraquiana, que estaria servindo de apoio para militantes que lutam na capital, de acordo com os militares.

O caminhão-bomba explodiu em um mercado perto de um diretório da União Patriótica do Curdistão, o partido do presidente do Iraque, Jalal Talabani.

Um cinegrafista da Reuters presente no local disse que a explosão espalhou corpos pelo mercado, incendiou dezenas de carros e fez com que passageiros de um ônibus morressem queimados dentro do veículo.

O carro-bomba, segundo a polícia, explodiu em um bairro chamado Iskan, perto de lojas e de uma garagem de ônibus, informou a polícia, acrescentando que o intervalo entre as duas explosões foi de alguns minutos.

Forças dos EUA e iraquianas lançaram uma série de grandes operações desde a chegada, no mês passado, dos últimos 28 mil soldados adicionais que o presidente norte-americano, George W. Bush, decidiu enviar ao Iraque.

O objetivo é conter a violência entre a maioria xiita e a minoria sunita, que deixa o país à beira de uma guerra civil, e também dar tempo para que o primeiro-ministro xiita, Nuri Al Maliki, promulgue leis que estabeleçam a divisão de poderes e riquezas no país.

Muitos norte-americanos querem que os soldados voltem logo para casa, e influentes políticos do Partido Republicano, de Bush, se rebelaram contra o governo e agora pedem uma outra estratégia na guerra.

Mas Bush diz que não mudará a rota antes de receber, em setembro, um relatório do comandante militar dos EUA no Iraque, general David Petraeus, e do embaixador norte-americano em Bagdá, Ryan Crocker.

 

 

Estadão

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