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Fátima do Sul, 18 de Outubro de 2017
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23 de Setembro de 2004 14h10

Biffi defende preço de feijão adquirido pelo Pronaf

O deputado federal Antonio Carlos Biffi vem fazendo gestões junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e a Conab (Companhia Brasileira de Abastecimento) visando conseguir a liberação de mais R$ 3 milhões para a manutenção do programa de compra direta de feijão das famílias assentadas de Mato Grosso do Sul, atendendo principalmente pequenos produtores da fazenda Itamarati e de Corumbá.

Na avaliação do coordenador da bancada de Mato Grosso do Sul, a falta de recursos pode gerar a descontinuidade do programa, pois a substituição da modalidade de compra direta por aquisição via AGF (Aquisição do Governo Federal) causará um grande impacto junto aos pequenos produtores, com preço da saca de 60 kg caindo de R$ 60,00 para R$ 47,00. Com o este valor, os assentados além de ter reduzido a margem de lucratividade correm o risco de não conseguir cobrir os custos de produção, vendo-se obrigado a sair da atividade.

Biffi ressalta que até o momento, de acordo com a Conab, no Estado até a primeira quinzena de setembro deste ano houve a aquisição de 1.233 quilos de feijão pelo programa. 970 kg já foram recebidos nos pólos de compra do produto para uma dotação orçamentária de igual valor. No entanto, para cumprir a meta de compra planejada para este segundo semestre, o equivalente a 5 mil toneladas será necessária a dotação de R$ 5 milhões. Na avaliação do deputado o alcance social do programa justifica a complementação de mais R$ 3 milhões em investimentos.

O parlamentar ainda lembra que a cultura do feijão se desponta como uma das principais fontes de renda dos trabalhadores rurais de Corumbá e Ladário, região que concentra sete assentamentos rurais instalados pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Na safra deste ano o produto foi colhido em 863 propriedades, com produtividade média de 15 quilos por hectares, resultando na colheita de 830 toneladas (t) ou 13,8 mil sacas de 60 quilos, em 920 hectares cultivadas. De acordo com o Idaterra a garantia de comercialização animou os produtores e deve refletir na próxima safra. Dentro da atual dotação, o escritório regional da Conab espera comprar até R$ 2,5 mil (cerca de 40 sacas) por assentado

 

 

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