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Brasil

Belo deve ser transferido para o presídio Ary Franco, no Rio

8 Nov 2004 - 16h06
O cantor Marcelo Pires Vieira, 30, o Belo, preso na carceragem da Polinter (Polícia Interestadual), no centro do Rio de Janeiro, deve ser transferido para o presídio Ary Franco, em Água Santa, na zona norte. No entanto, a Secretaria da Segurança Pública não soube informar quando Belo será transferido.

O pagodeiro foi preso na última sexta-feira em sua casa, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. Segundo a polícia, o cantor estava escondido em um fundo falso da casa.

11.jul.2002/FI
O pagodeiro Belo
O cantor não pode receber visitas. A mulher do pagodeiro, Viviane Araújo, foi levar roupas para o marido mas, segundo a polícia, não pôde vê-lo.

Belo está preso em uma cela com cerca de 50 presos e está comendo a mesma comida dos demais detentos.

Regime fechado

Na última quinta-feira, Belo foi condenado, por unanimidade, a oito anos de prisão, em regime fechado, por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A decisão é da 8ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) do Rio.

Os desembargadores acolheram o voto do relator, Flávio Magalhães, e reformaram a sentença da juíza Rute Lins Viana, da 34ª Vara Criminal. No dia 30 de dezembro de 2002, a juíza condenou o cantor a seis anos de prisão, com direito de aguardar o julgamento do recurso em liberdade.

O Ministério Público, então, apresentou recurso e os desembargadores da 8ª Câmara Criminal do TJ do Rio aumentaram a pena do cantor para oito anos e expediram novo mandado de prisão, em dezembro de 2003.

Em janeiro de 2004, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu um habeas corpus em favor do pagodeiro. Com a sentença de quinta-feira, um novo mandado de prisão foi expedido.
Divulgação
Esconderijo onde o pagodeiro Belo foi encontrado, no Rio


Suspeitas

As suspeitas envolvendo Belo com traficantes surgiram a partir de grampos, autorizados pela Justiça, em abril de 2002. Os grampos revelaram conversas entre o cantor e Waldir Ferreira, o Vado, apontado pela polícia como gerente do tráfico na favela do Jacarezinho (zona norte).

Vado foi morto em agosto de 2002, durante confronto com policiais militares na favela.

Na conversa, o homem pede a Belo R$ 11 mil para comprar o que chama de "tecido fino" --que seria, segundo a polícia, uma gíria para cocaína. Belo pedia em troca um "tênis AR", que seria, ainda de acordo com a polícia, um fuzil AR-15.
 
Folha Online

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