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Barril dispara, rompe US$ 46 e crava novo recorde histórico

13 Ago 2004 - 13h46
O preço do petróleo acelerou o ritmo de alta e cravou nova cotação recorde na Bolsa Mercantil de Nova York. O barril para entrega em setembro atingiu US$ 46,30, uma alta de 1,75%. É a primeira vez que esse contrato supera US$ 46 desde o seu lançamento em 1983. No ano, o petróleo já subiu quase 50%.

A cotação disparou hoje após a notícia sobre a explosão na refinaria da British Petroleum de Whiting, no Estado de Indiana (centro-norte dos EUA). O incidente interrompeu parte das operações da refinaria, que é a terceira maior do país, com produção de 420 mil barris por dia.

As novas evidências de forte aumento da demanda na China, temores de novos ataques às instalações produtoras no Iraque e a instabilidade política na Venezuela, às vésperas do referendo sobre a permanência ou não do presidente Hugo Chavez no cargo são outros fatores que impulsionam os preços do barril.

A China divulgou hoje que as importações de petróleo subiram 40% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2003. O resultado mostra que as medidas tomadas pelo governo chinês para desaquecer a economia do país não conseguiu diminuir a demanda pelo produto.

Os investidores temem novos ataques às unidades de produção de petróleo iraquianas pelos rebeldes liderados pelo clérigo Moqtada al Sadr, com a intensificação do cerco das tropas americanas à cidade sagrada de Najaf --onde os rebeldes de Al Sadr se escondem.

O ministro da Energia da Venezuela, Rafael Ramirez, reafirmou hoje que o governo venezuelano irá garantir o fornecimento de petróleo ao mercado mundial, seja qual for o resultado do referendo de amanhã, que vai decidir o destino político do presidente do país, Hugo Chávez.

A gigante petrolífera russa Yukos continua a lutar contra a falência, mas por enquanto não interrompeu a produção de seu 1,7 milhão de barris por dia.

Brasil

O Brasil acompanha a trajetória do barril para decidir se reajusta ou não os preços dos combustíveis. Na terça-feira (3) da semana passada, a Petrobras admitiu que só irá elevar os combustíveis se o petróleo se firmar entre os US$ 40 e US$ 45.

O último reajuste de combustíveis foi anunciado pela Petrobras no dia 14 de junho --três semanas depois de o presidente da estatal ter acenado pela primeira vez com a possibilidade de um aumento. Foi o primeiro aumento dos combustíveis no governo Lula. Nas refinarias, a gasolina subiu 10,8%, e o diesel, 10,6%.
 
Folha Online

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