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15 de Outubro de 2004 06h28

Bancários terminam greve em 22 capitais

Após 30 dias de paralisação, a greve dos bancários chega ao seu final, ainda que provisoriamente. Em assembléias realizadas por todo o País, bancários de 22 capitais decidiram por encerrar o movimento, pelo menos até o dia 20.

Até lá, a entidade nacional tentará retomar as negociações com a Fenaban e com as direções do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Os bancos oferecem reajustes a partir de 8,5%, enquanto os bancários querem 19%.

Florianópolis foi a única capital a decidir pela continuidade da greve, de acordo com a CNB (Confederação Nacional dos Bancários).

Nesta quinta-feira, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Salvador, Aracaju, Maceió, São Luís, Belém, Macapá, Porto Velho, Recife, João Pessoa e Teresina deciriram voltar ao trabalho a partir desta sexta-feira.

Na noite de quarta-feira, representantes da categoria em Boa Vista, Natal, Fortaleza, Curitiba e Vitória já haviam decidido retornar ao trabalho.

Manaus e Palmas não fizeram parte da greve, enquanto em Goiânia e em Rio Branco, ainda não foi tomada decisão sobre a continuidade ou não do movimento.

O recuo acontece depois que a Confederação Nacional dos Bancários recomendou aos grevistas que suspendessem o movimento.

Os bancários consideram a decisão como um recuo tático até 20 de outubro. Nessa data, deverão ser realizadas novas assembléias para avaliar a retomada ou não do movimento, bem como organizar o Dia Nacional de Luta, em 21 de outubro, conforme orientação da Executiva Nacional dos Bancários.

Na quarta-feira, em audiência de conciliação promovida pelo TST, banqueiros e funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil continuaram no impasse.

O presidente do TST, ministro Vantuil Abdala, propôs reajuste de 8,5% - o mesmo já proposto pelos bancos -, com abono de R$ 1 mil e compensação dos dias parados, mas não houve acordo.

Proposta - Os bancários reivindicam 19% de reajuste, abono de R$ 1.500, PLR de um salário mais R$ 1.200 e o não desconto dos dias parados. A proposta rejeitada pelos bancários previa reajuste salarial de 8,5% mais R$ 30 para quem ganha salários até R$ 1.500 - o que implicaria em reajustes de até 12,77% e aumento real de 5,75%.

Para os que ganham acima de R$ 1.500, o reajuste sugerido era de 8,5%, assim como para as demais verbas de natureza salarial como vales alimentação, refeição e auxílio-creche.

O INPC do período foi de 6,64%. A proposta previa Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 80% do salário mais R$ 705 e pagamento de vale-alimentação extra de R$ 217. Também foram rejeitados avanços em questões específicas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

 

 

Terra Redação

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