Menu
LIMIT ACADEMIA
quinta, 15 de novembro de 2018
SADER_FULL
Busca
SICREDI_FATIMA
Brasil

Autuações da Receita sobem 62% em 2006 e batem recorde

27 Mar 2007 - 17h42
Em meio ao aumento da corrente de comércio do Brasil com o exterior, a Receita Federal bateu todos os recordes de autuações de empresas exportadoras e importadoras no ano passado. O volume de autuações cresceu 61,71%, atingindo R$ 4,65 bilhões. O total de mercadorias apreendidas chegou a R$ 871,69 milhões, com aumento de 46,24% em relação a 2005.

Entre as mercadorias apreendidas estão produtos piratas, como brinquedos, cigarros, medicamentos, mídias para a gravação de CD e DVDs, inseticidas, eletroeletrônicos e produtos de informática, além de drogas, 5.300 veículos, 2.823 máquinas de caça-níqueis, 19.689 munições e 639 armas.

O balanço da fiscalização aduaneira em 2006, divulgado nesta terça-feira, 27, mostrou ainda que 401 empresas de comércio exterior tiveram o pedido de habilitação negado pela Receita. A habilitação de 46 empresas foi suspensa para averiguação. E outras 43 empresas tiveram suas habilitações canceladas.

A área de fiscalização realizou 1.316 operações de repressão, valor também recorde segundo a Receita. Essas operações são feitas sobretudo em centros de comércio popular, estabelecimentos comerciais, rotas de contrabando, Correios, áreas de fronteiras e zonas próximas aos portos.

Segundo o chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita, Mauro de Brito, foram realizadas, em 2006, mais de mil prisões envolvidas em flagrantes de contrabando e descaminho em operações conjuntas com as polícias. A Receita encaminhou ao Ministério Público no ano passado 11.043 pedidos de representação para fins penais de pessoas envolvidas em crimes de contrabando, descaminho e pirataria.

Depósitos

Os depósitos e armazéns da Receita em todo o País estão abarrotados de mercadorias apreendidas nas operações de combate ao contrabando e pirataria. Pelos cálculos da Receita, são cerca de cem locais que armazenam mercadorias que juntas valem aproximadamente R$ 1,1 bilhão.

Boa parte das mercadorias, como bebidas, cigarros, brinquedos, caças níqueis, é posteriormente destruída pela Receita. Outras, como automóveis, aviões, lanchas, máquinas, tecidos, eletrônicos e fios são leiloadas. Há também mercadorias que são doadas para prefeituras,órgãos do governo e entidades assistenciais. É o caso, por exemplo, de ônibus, pneus e computadores.

De acordo com balanço da Receita, R$ 129 milhões de mercadorias foram destruídas no ano passado; R$ 77 milhões alienadas e R$ 176,1 milhões doadas a órgãos públicos e R$ 97 milhões a entidades beneficentes. Em maio de 2006, a Receita fez a maior destruição da sua história, em São Paulo, de 1.100 toneladas de equipamentos.

 

 

Estadão

Deixe seu Comentário

Leia Também

ENCONTRO DE GOVERNADORES
Em encontro de governadores com Bolsonaro, Reinaldo defende fronteira e reajuste da tabela SUS
VIOLENCIA DOMESTICA
Homem é esfaqueado por esposa que tem ciumes até da sombra
ENTROU ATIRANDO
VÍDEO: Pastor é baleado no altar durante o culto
TRAGEDIA
Ex-prefeito é morto pelo pai após ser confundido com assaltante
ACIDENTE DE TRANSITO
Caminhão passa por cima de veículos e explode em grave acidente
NOVELA GLOBAL
'O sétimo guardião': Marilda (Letícia Spiller) é flagrada nua e finge ser uma assombração
BNDS
“Se não abrir a caixa preta do BNDES, está fora!”, diz Bolsonaro sobre Levy
FAMOSIDADES
Susana Vieira está com leucemia, mas a doença está controlado, diz assessoria
NOVELA GLOBAL
Marina Ruy Barbosa é a heroína de 'O sétimo guardião': 'Luz foge do tradicional'
CONSTRANGIMENTO
Claudia Leitte quebra silêncio e desabafa sobre polêmica com Silvio Santos