Menu
PASSARELA
terça, 17 de julho de 2018
SADER_FULL
Busca
DR. SHAPE
Brasil

Argentina propõe novas alternativas no combate à ferrugem

29 Dez 2004 - 08h02
"Não queremos criar pânico. Menos ainda o falso conceito de que o controle químico é a única solução. Porém é necessária orientação caso a enfermidade apareça". Com esse discurso, Matías Amadeo, da empresa Nidera, falou na semana passada durante um seminário o qual fez a apresentação de dois fungicidas para combater a Ferrugem Asiática da soja, frutos de um acordo estabelecido entre Bayer, que desenvolveu os produtos, e Nidera, que aproveitará sua rede de distribuição para colocá-los no mercado de todo o país.

Amadeo argumentou que o controle químico, nesse caso com os fungicidas Poseidón e Emperador, deve ser uma ferramenta do Manejo Integrado de Enfermidades (MIE). Luciano Lecumberri, da Bayer CropScience, explicou que Poseidón tem como princípio ativo estrobirulina mais triazol, enquanto o Emperador é um triazol. O primeiro se utiliza quando a incidência de ferrugem não supera os 5%, ao passo que o segundo, quando há um impacto maior.

Além do controle químico, último recurso do MIE, Amadeo destacou que a sua empresa continua identificando gens resistentes para dispor de variedades com diferentes graus de resistência para a ferrugem no futuro, ainda que não seja total.

Os executivos de Nidera e Bayer que estiveram na apresentação indicaram que trabalharão em conjunto na busca de resistência, e contarão com o apoio de especialistas. As primeiras estão na semente e na resteva, e a ferrugem não, já que o fungo que a produz vive da planta.

As EFC têm um período de latência e incubação maior, isso significa que uma folha pode estar doente sem que vejamos. O da ferrugem é muito curto. As EFC precisam de chuva para se disseminar, a ferrugem, de vento.

Carmona concordou com Amadeo que o MIE é a chave. "Assim se alcança um maior êxito do que a utilização de uma prática isolada", disse. O que inclui um bom MIE? Utilizar variedade com resistência a algumas enfermidades, plantar sementes sadias, ter rotações corretas e tratamentos químicos.

O importante é determinar corretamente o momento da aplicação. Isso é difícil tanto nas enfermidades que se escondem, com as EFC, como nas que aparecem com grande rapidez, caso da ferrugem. Para o especialista, “devemos estar atentos para agir contra os patógenos que causam prejuízos aos cultivos”.

Carmona comentou que na safra passada "teve uma epidemia de ferrugem na Argentina, porém tardia, por sorte", o que evitou danos maiores. Por isso, concluiu, "o inimigo nos desafiou ao duelo". Agora estamos melhor preparados. As informações são do jornal argentino Clarín.
 
 
Agrolink

Deixe seu Comentário

Leia Também

GRANA
Governo antecipa primeira parcela do 13º de aposentados e pensionistas
NOVELA GLOBAL
'Segundo sol': Severo é preso e humilha Roberval
FUTEBOL PELO MUNDO
Real Madrid se recusa a permitir que Vinícius Júnior permaneça no Flamengo até o final de 2018
NOVELA GLOBAL
'Segundo sol': Luzia descobre que seu filho com Beto não morreu
CONCURSOS - OPORTUNIDADES
Concurso: 13 órgãos abrem as inscrições para 1,9 mil vagas nesta segunda
FOI SALVAR O MELHOR AMIGO
Jovem morre afogado após pular em rio para tentar salvar cachorro
EDUCAÇÃO - FIES - INSCRIÇÕES
Fies abre inscrições nesta segunda com 155 mil vagas para 2º semestre
BOA NOTICIA
Preço da gasolina nas refinarias cai para R$ 1,997
NOVELA GLOBAL
'Segundo sol': Karola vira escrava sexual de Remy
BRIGA DE RUA
Homem morre pendurado em grade