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GLÓRIA DE DOURADOS

Arceno acompanha 1ª carga da produção da Colonização Betel em Glória

21 Out 2010 - 09h34Por Adauto Dias / Fátima News

Glória de Dourados já produz pepino em alta quantidade, abastecendo o mercado interno brasileiro. Recentemente, o prefeito de Glória de Dourados Arceno Athas Junior acompanhou o primeiro carregamento, que somou 11 onze toneladas de pepino Zapata, produzido na Colonização Betel, localizada às margens da MS-475, região do Estrelinha, próximo ao distrito de Guassulândia.
A Colonização Betel é formada por 16 famílias, que vivem e produzem em uma área de 108 hectares de terra, sendo 91 para produção e 17 hectares destinados à reserva legal. Antes da colonização, o local era ocupado por 150 cabeças de bois, ocupando apenas um empregado. Atualmente, gera vários empregos e renda, iniciando com a produção de pepinos Zapata, sementes australianas.
A produção gira em torno de cinco a seis toneladas/dia, no ciclo de 120 dias entre o plantio e o final da colheita, sendo de cinco a seis mil pés de pepinos plantados por família no sistema corporativo. O coordenador da associação é o produtor Antonio Machado de Souza, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Novo Horizonte do Sul.
Arceno tem acompanhado de perto todo o trabalho, bem como a produção das 16 famílias do assentamento Betel. Sendo assim, contribui de forma contínua com assistência, através de parceria da prefeitura com as famílias. A administração municipal disponibiliza patrulha mecanizada, com manutenção das estradas, fornece calcário, confecção de terraço (curvas de nível), lagoas de captação, reservatório de água e preparação da terra.
Conforme ele, para os próximos dias a prefeitura estará disponibilizando toda estrutura de barracão, que servirá para a sede e armazenamento da produção. “Ainda, já existem estudos para a aquisição de um caminhão baú, com câmara fria, para o transporte dos produtos perecíveis”, ressalta o prefeito.
Para o próximo ano, segundo Arceno, será inserido parte da produção também na merenda escolar, contribuindo com a qualidade da alimentação dos alunos e a comercialização dos produtos.
Arceno Athas, preocupado também com melhores condições de moradia das famílias do assentamento busca, junto aos programas de habitação rural, recursos para a ampliação e conclusão das 16 casas da colônia, proporcionando melhores condições de moradia.
Alem da produção do pepino Zapata, o projeto visa novas etapas, com a produção de quiabo, derivados do leite e, conforme afirmam as famílias, o carro-chefe que será a goiaba vermelha de variedade Pedro Sato. Este produto será designado à industrialização, como também para consumo direto na mesa, variedade que chega pesar até 400 gramas/fruta. Com isto, comentam as famílias, a Colonização Betel tem perspectivas de gerar, aproximadamente, 60 empregos diretos, sem contar com os integrantes das famílias.
A produção de pepino é entregue na cidade de Bataguassú (MS), para a distribuidora Refricom, com matriz na capital paulista, sendo distribuído nos Ceasas, com parte da produção para exportação.
Na visita a Colonização Betel, para acompanhar a saída da primeira carga de pepino, Arceno esteve acompanhado do secretário municipal de Desenvolvimento Sustentável, Magner de Paula Ribeiro, que tem se empenhado muito para que as famílias tenham suporte suficiente, visando melhor produção e mais renda. 

A história


O pepino é uma planta anual originária da Índia. Seu ancestral selvagem é a espécie Cucumis hardwickii royale que ainda se encontra às vezes nos vales sub-tropicais do Himalaia. Essa espécie é naturalmente amarga e encontramos essa amargura nas formas cultivadas, na epiderme ou nas variedades a longos frutos, na parte próxima ao pedúnculo.
Ele foi cultivado no vale de Indus há pelo menos três mil anos e é chamada em sânscrito “soukasa”. O pepino se expandiu em seguida para a China e o Oriente Próximo. Encontramos o pepino nos antigos Egípcios e o povo Hebreu lamentou, no deserto do Sinai, os pepinos do Egito. Sua cultura na Europa central é datada de mais de dois milênios, segundo as escavações arqueológicas realizadas na Polônia ou na Hungria. Foram, principalmente os Chineses e os Japoneses que desenvolveram as variedades com frutos longos a partir dos quais são saídas várias variedades modernas.
A cultura dos pepinos se mostra às vezes delicada para alguns jardineiros. Podemos então aconselhá-los a amansar os jardins recalcitrantes com variedades de pequenos frutos tais como a variedade “Lemon” ou as variedades originárias da Rússia que, normalmente, são muito menos exigentes. Só podemos destacar novamente que, contrariamente ao que dizem algumas fábulas, os pepinos crescem em completa harmonia com os melões e as melancias. A proximidade de um pepino bem sumarento e crocante, no jardim, não pode em caso algum impedir um melão de desenvolver um belo sabor frutado. (Reportagem de Adauto Dias)

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