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Após brigas, professores de escolas públicas de Campo Grande querem patrulha escolar

18 Set 2013 - 15h35Por Mídia Max

Professores que atuam na rede pública de ensino de Campo Grande estão assustados com a verdadeira epidemia de violência nas escolas e pedem a volta do patrulhamento escolar para diminuir as brigas.

Segundo o presidente da ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública), Geraldo Alves Gonçalves, a entidade apoia a criação de uma comissão de orientação para solução dos conflitos na escola, com participação da comunidade. Além da volta da Patrulha Escolar.

“As escolas devem discutir a questão da violência escolar também através do seu projeto político pedagógico”, explica o presidente da ACP. Segundo ele, a escola não é violenta, a violência chega até ela.

De acordo com Geraldo, o policiamento não inibe totalmente a violência, por isso a escola deve discutir com a própria escola e depois com a família. “Não dá para ignorar que exista esse problema”, afirma.

Para o presidente do sindicato, deve haver um patrulhamento específico para as escolas com a volta da Patrulha Escolar. “Já trouxemos aqui a Polícia Civil e Militar e a Guarda Municipal para discutir a questão da violência junto com o sindicato, pois o problema também acontece fora da escola”.

No último sábado (14), o sindicato esteve na escola Escola Estadual Pe João Greiner, para discutir vários temas entre eles a questão da violência na escola. Segundo a professora, Elma Tavares, nos dois anos em que trabalha na escola nunca foi registrado nenhum problema grave, mas mesmo assim é importante trabalhar com ações preventivas.

Para Elma, quando há algum problema é notado, o professor deve levar imediatamente para a coordenação, para que a escola possa entrar em contato com os pais e juntos tomar medidas cabíveis. “Mas nos casos de alunos que carregam arma, é necessário a utilização do aparato policial”, defende a professora.

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