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Brasil

Apesar do nervosismo, vôlei do Brasil vence Japão

14 Ago 2004 - 08h39
O nervosismo foi visivelmente notável na primeira partida da Seleção Brasileira feminina de vôlei contra o Japão. O time comandado por Zé Roberto venceu por 3 sets a 0, com parciais de 25 x 21, 25 x 22 e 25 x 21. Apesar do placar confirmando a superioridade do time feminino, as brasileiras demonstraram nervosismo e foram vítimas de seus próprios erros. Além disso, o Brasil, que já não costuma forçar o saque, desperdiçou muitos serviços.

A líbero Arlene não realizou uma boa partida, cometendo alguns erros simples. A jogadora só se encontrou no último set. Já Mari e Virna trabalharam bem as bolas de segurança de Fernanda Venturini e Valeskinha mostrou força no bloqueio e no meio-de-rede, ao lado de Walewska. Mas, a principal vantagem foi estrear contra uma equipe que apesar de ter volume de jogo, carece de força no ataque.

O jogo set a set

O Brasil começou a partida abrindo 4 a 0, no entanto deixou as japonesas encostarem no placar em 6 a 5. A partir daí, mesmo estando sempre à frente no placar, as brasileiras passaram a cometer os chamados "erros bobos". "Estamos defendendo, mas ficamos afobadas no contra-ataque", reclamou Virna durante um tempo técnico. E foi o desperdício de contra-ataques que deixou o Japão perto do placar. O Brasil soube administrar o placar o fechou em 25 a 21.

No segundo set do jogo, o Brasil passou a maior parte do set jogando com consciência. As levantadas de Fernanda foram o diferencial, corrigindo bolas difíceis da recepção e possibilitando ataques forte de Virna, Mari e Érika e ainda trabalhando com o meio-de-rede. A falta de força do ataque japonês possibilitou boas defesas do lado brasileiro e contra-ataques. No entanto, os próprios erros da equipe voltaram a apareceram e deixaram as japonesas gostarem do jogo a partir do 20º ponto. Novamente, o time manteve a vantagem e terminou com 25 a 22.

O último set da partida serviu para a líbero Arlene se recuperar no jogo e realizar belas defesas. Mas, ainda assim, o Brasil continuou desperdiçando saques. A japonesas tentaram usar mais a força ou surpreender com as bolas "deixadinhas", nem um pouco características da escola asiática. A atacante Mari não economizou força e fez belos pontos pelo meio, atrás da linha dos 3 metros, ignorando qualquer presença do bloqueio adversário.

De novo, ao se aproximar do 20º ponto, o time deu uma parada e possibilitou um ace das japonesas, em um erro de golpe de vista da Arlene, e ataques japoneses que, mesmo sendo amortecidos pelo bloqueio brasileiro, não tiveram cobertura. O jogo acabou em 25 a 21.

 

Terra Redação

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