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Aos 71 anos, morre tenor italiano Luciano Pavarotti

6 Set 2007 - 07h48
O tenor italiano Luciano Pavarotti, que enfrentava um câncer no pâncreas há mais de um ano, morreu às 5h locais (0h no horário de Brasília) desta quinta-feira (6). A notícia foi confirmada por volta da 1h50 pelo empresário do tenor, Terri Robson, segundo a agência Reuters.
 
"Luciano Pavarotti morreu há cerca de uma hora", afirmou Robson aos jornalistas que estavam concentrados em frente à casa do tenor.
 
Pavarotti, de 71 anos, estava em sua casa em estado grave de saúde sob o tratamento de médicos de um hospital da cidade de Modena, segundo a agência italiana AGI.
 
O tenor esteve internado por duas semanas para fazer exames após ter dado entrada no hospital com febre alta.
 
De acordo com o canal de TV "Antenna Uno", parentes e amigos de Pavarotti estavam reunidos na casa dele.
A estrela da ópera recebeu alta do hospital no dia 25 de agosto. À época, seu empresário havia negado que Pavarotti estivesse com uma pneumonia.
 
 
O italiano foi operado do pâncreas em julho do ano passado em Nova York. O câncer no pâncreas é considerado por especialistas como uma das formas mais letais da doença, mas a cirurgia oferece condições para melhora.
 
Pouco antes de ser operado Pavarotti se preparava para sua turnê de despedida dos palcos, mas não fez mais aparições públicas desde então.
 
Na noite desta terça-feira (4), o ministro da Cultura, Fancesco Rutelli, anunciou que o tenor seria o primeiro a receber o "Prêmio Excelência na Cultura", pelo seu trabalho em promover a cultura italiana no país e no exterior. Os teatros de Milão e de Modena também declararam que farão uma homenagem ao maestro, com a organização de um concurso de canto internacional.
 
 Legado
A volumosa voz de Pavarotti estreou em 1963 numa apresentação solo no Covent Garden, em Londres. Seu maior legado para a música provavelmente será a apresentação com os espanhóis Plácido Domingo e José Carrera na abertura da Copa do Mundo de 1990, na Itália, vista por cerca de 800 milhões de pessoas no mundo todo.
Após aquele concerto nas Termas de Caracalla, em Roma, as vendas de discos de ópera dispararam. A ária "Nessun Dorma", da ópera "Turandot", de Puccini, se tornou para sempre associada a Pavarotti e ao futebol - esporte que foi, aliás, o sonho de menino do cantor.
 
 
 
G1

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