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André diz que vai manter estratégia de campanha sem iludir o eleitor

25 Ago 2010 - 17h54Por Fátima News com assessoria

O governador André Puccinelli diz que vai manter até o dia último de campanha a mesma estratégia empregada até aqui tanto no horário político eleitoral, quanto no contato direto com o eleitor nas caminhadas e reuniões com a comunidade: prestar contas do que sua administração fez até aqui e projetar as ações dos próximos anos, com base na capacidade real de investimento do Estado. “Não vou iludir o eleitor com falsas promessas, contos da carochinha, apropriadas para as estórias de Monteiro Lobato, escritas na década de 50. Como candidato a reeleição não posso assumir um discurso de Papai Noel, prometendo aquilo que não terei como cumprir depois de reeleito. Mente quem promete isentar numa canetada só, o ICMS de vários setores já em  primeiro de janeiro de 2011”,  destacou o governador durante entrevista  nesta manhã de quinta-feira ao programa Tribuna Livre do radialista Rui Pimentel, na  Capital FM.

André reafirmou seu compromisso de reduzir a carga tributária porque ao promover o saneamento das contas do Estado, restabelecendo sua capacidade de investimento, criou as condições necessárias para desonerar a produção “dentro de um processo gradativo, negociado com os diferentes segmentos da economia”.

Para o governador, o tratamento desta questão tributária exige uma postura responsável. “Embora haja um processo de industrialização em curso, a economia do estado ainda depende fortemente da produção de soja, da carne bovina que quando exportados, a exemplo do minério do ferro, não pagam imposto. São pelo menos meio bilhão de reais por ano que deixamos de arrecadar para ajudar o Brasil a captar dólares com as exportações”.  Sem os recursos dos impostos, basicamente o ICMS, segundo André, não há como pagar o funcionalismo, manter os serviços públicos, fazer os investimentos, inclusive em parceria com o Governo Federal. 

O governador, alvo de críticas do seu adversário durante entrevista que concedeu na quarta-feira ao mesmo programa, diz que não pretende transformar a campanha “num bate boca com a oposição”. “Minha opção, tanto nos programas do rádio como da TV, quanto nas visitas que vamos fazer a todos os municípios de Mato Grosso do Sul, é apresentar propostas, prestar contas do que foi feito. Cabe ao eleitor avaliar as propostas, a trajetória, a biografia dos candidatos e partir das suas conclusões expressar o seu julgamento nas urnas”, disse André Puccinelli.
O governador tem mostrado números comparando os três anos e seis meses do seu governo com os oito anos que seu adversário esteve na administração estadual. No caso da habitação, por exemplo, o atual governo construiu 44 mil casas, beneficiando 100 mil pessoas, enquanto que o  antecessor fez apenas 26.800 moradias.

A discrepância de desempenho fica evidente também na Segurança Pública: foram contratados 2.064, média anual de 590 policiais, contra 1.928, média de 244 do PT; adquiridas 863 viaturas. Foram construídas 15 escolas, 150 quadras cobertas; reformadas 204. Todos os alunos receberam kit escolar e uniforme. Os programas sociais atendem 100 mil famílias (60 mil com o vale renda de R$ 130,00). A política de atração de investimentos garantiu a geração de 73 mil empregos. “Vamos ampliar essas ações, junto com as obras de infraestrutura para melhorar as condições de logística”, garantiu o governador. 

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