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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Agronegócios é assunto de encontro de militares na Famasul

3 Ago 2004 - 17h47

Cerca de 40 oficiais da ECEME (Escola de Comando de Estado Maior do Exército) devem visitar Mato Grosso do Sul em setembro. Esses militares viajam para todos os estados brasileiros para conhecer as características de cada região. A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) deve ser palco dessa visita. O presidente da entidade, Léo Brito, será um dos palestrantes para falar dos avanços e dos problemas que o agronegócio passa em Mato Grosso do Sul.

O major Figueiredo explica que para se tornar general é preciso que os oficiais passem pela ECEME e tenham amplo conhecimento do País. Além dos técnicos e do presidente da Famasul, a Secretaria de Produção e Turismo do Estado também participa do encontro.

O diretor-tesoureiro da Famasul, Aristóteles Ferreira Júnior, recebeu o oficial relator, major Washington Machado de Figueiredo, hoje (03) que está organizando o evento. Ferreira Júnior adiantou que um dos problemas latentes no Estado são as questões indígenas e a fundiária. "Não somos contra a reforma agrária, mas contra esse modelo de reforma agrária que está sendo feito atualmente. Também estamos tendo problema com índios nas regiões de fronteira", comentou, informando que o modelo atual acaba formando favelas no campo

Capacitação para o campo

O diretor explica que é preciso incentivar as capacitações rurais. "Talvez o modelo atual fosse o de uma cooperativa, com agrovilas", disse, comentando que além dos gastos com rede de energia elétrica e poços artesianos serem menores, os pequenos agricultores podem também produzir comercialmente.

Ele ressaltou que para isso é preciso capacitação e que os trabalhadores rurais têm esses cursos gratuitamente através do Senar AR/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Administração Regional de Mato Grosso do Sul). "Hoje, cada vez que o produtor rural vende para o frigorífico, 2,3% é retido através do INSS, desse total um percentual de 0,25% vai para o Senar que retorna em cursos para o trabalhador rural", explica.

 

Famasul

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