Menu
LIMIT ACADEMIA
quinta, 13 de dezembro de 2018
SADER_FULL
Busca
ITALÍNEA
Brasil

Advogado: goleiro Bruno vai fazer exame de paternidade

9 Ago 2010 - 15h31Por Agência Estado
O advogado de Bruno Fernandes, Ércio Quaresma, disse na manhã desta segunda-feira, 9, que o goleiro vai coletar material genético para a realização de exame de DNA. O exame vai comprovar se ele é pai de Bruno Samudio, filho que Eliza Samudio alegava ser do acusado. Bruno e outras três pessoas são acusadas do desaparecimento da modelo, em começo de junho deste ano.

"Filho dele [Bruno Fernandes] não vai ficar na mão de estuprador", disse Quaresma, referindo-se ao pai de Eliza Samudio, Luiz Carlos Samudio, que responde em liberdade pelo crime de estupro no Paraná.

Se comprovada a paternidade, Quaresma assegurou que Bruno vai à justiça tentar conseguir a guarda da criança, que está sob a tutela da mãe de Eliza, Sônia de Fátima Moura. Ainda não há data marcada para a coleta do material. Quaresma disse que vai acionar os advogados dos pais de Eliza. Para Quaresma, Eliza está viva e abandonou o filho, de seis meses, com a mãe dela.

Deixe seu Comentário

Leia Também

NOVELA GLOBAL
'O sétimo guardião': Aranha descobre marca de pata de gato de Gabriel, tira foto e conta aos guardiã
SUSTO
Celular pega fogo no bolso da calça e deixa homem com queimaduras na perna e mãos
PROCURADO
Com prisão decretada desde setembro, Dado Dolabella é considerado foragido da Justiça
DICAS DE MARKETING
5 dicas de marketing para um negócio de dropshipping
CRIME HEDIONDO
Câmera flagra ataque de suspeito de estuprar garota de 14 anos em SP; vídeo
TERROR
Ataque dentro da Catedral deixa ao menos cinco mortos em Campinas
REVIDE
Passageiro atropelado por motorista de aplicativo após vomitar em carro está em coma
A SERVIÇO DE DEUS
Angela Bismarchi festeja diploma para ser pastora: ‘Eu era pecadora e não sabia’
NOVELA GLOBAL
'O sétimo guardião': Luz dá caixa com terra de cova de Gabriel para Valentina
INTOCÁVEL
PF pediu prisão domiciliar de Aécio, Cristiane Brasil e Paulinho da Força, mas PGR e STF não concede