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Brasil

Acordo com empresas adia novo reajuste da telefonia fixa

6 Jul 2004 - 10h33
 

Um acordo entre o governo federal e as companhias de comunicação adiou para o mês de agosto e deve parcelar o novo reajuste das tarifas de telefonia fixa. O acerto foi selado em reunião realizada em Brasília (DF), entre o ministro das Comunicações, Eunício Oliveira, e seis concessionárias (Telemar, Embratel, Telefônica, BrasilTelecom, CTBC Telecom e Sercomtel), sendo que não foi definido em quantas parcelas será a cobrança e nem quando vai começar.

O novo reajuste, estimado em 9%, é resultado da decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de restabelecer o IGP-DI (Índice Geral de Preços) no aumento da telefonia do ano passado. Assim, o reajuste de 7,43% deste ano passará a incidir sobre um valor mais alto. A conta pode ficar até 17,45% mais cara. É essa diferença que está sendo negociada. “As empresas adquiriram o direito de aplicação desses índices. Nós é que estamos fazendo uma negociação bilateral, sem permitir quebra de contrato, para encontrar um caminho adequado que não prejudique e não tenha impacto de imediato no bolso do consumidor”, acrescentou Eunício.

Em nome das empresas, o presidente do Conselho de Administração da Telemar, Otávio Azevedo, disse que apóia a proposta do Governo. Segundo ele, será necessário avaliar a situação e calcular os impactos dos reajustes. “Na próxima semana, vamos nos reunir com a equipe técnica do Governo para poder medir os impactos para as empresas e para sociedade”, afirmou Azevedo.

Consumidores comemoraram o adiamento do novo aumento. Segundo o ministro, a reunião não foi de embate e, sim, de diálogo. Segundo Eunício, haverá outra rodada de negociações entre Governo e operadoras para definir o parcelamento do reajuste a ser cobrado dos consumidores. A idéia é apresentar proposta concreta até segunda-feira. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que regula o setor de telefonia fixa, não participou da reunião e ainda não agendou um encontro com as empresas.

 

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