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26 de Outubro de 2004 10h40

3ª e última fase da vacinação antiaftosa começa em novembro

A partir do dia 1° de novembro, começa a contagem regressiva para os pecuaristas sul-mato-grossenses vacinarem todo o rebanho, de mamando a caducando, contra a febre aftosa. Essa é a última das três fases anuais da campanha de vacinação que envolve em torno de 25 milhões de animais em todo o Estado.

Para os produtores do planalto a campanha vai do dia 1° ao dia 30 de novembro onde aproximadamente 21,4 milhões de bovinos deverão ser imunizados. Já no Pantanal, os pecuaristas que optaram por essa fase, poderão vacinar os animais de 1° de novembro a 15 de dezembro, impreterivelmente. Nessa região cerca de 1,2 milhão de cabeças deverão ser vacinadas.

“Após o susto que o país levou, com a confirmação de dois focos de aftosa – um no Pará e um no Amazonas – a nossa expectativa é que nenhum produtor deixe de vacinar o seu rebanho até porque o fato de estarmos próximos à fronteira com outros países é um motivo a mais de preocupação”, analisa o gerente de Defesa Sanitária Animal da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Osvaldo Pereira Dias.

Embora ainda não esteja a disposição no comércio a dose da vacina está sendo cotada, em média, por R$ 0,98. “Estamos tentando negociar com os laboratórios para fecharmos a um menor preço, mas ainda não há nada definido”, comenta o funcionário de uma empresa de produtos veterinários, Marcelo Quadro, ao explicar que nos primeiros dias da campanha, normalmente, os preços são mais “salgados”.

Lembrando que o prazo para entrega dos frascos, registro da vacinação bem como o comprovante de aquisição de vacina (CT-13) e a nota fiscal permanece o mesmo: 15 dias após a vacinação devendo ser feito no escritório do Iagro onde o produtor estiver cadastrado. “Para os que deixarem de vacinar será aplicada uma multa de R$ 21,00 por animal – duas UFRMS – além de ter que vacinar o rebanho posteriormente”, lembra Osvaldo Dias.

Ainda segundo Dias as propriedades localizadas nos municípios de Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Paranhos e Setes Quedas, que tiveram a vacinação antecipada por motivo de prevenção – estarem localizadas na região de fronteira com o Paraguai – não deverão participar dessa fase da campanha. Nesse caso aproximadamente 50% dos 400 mil animais já foram vacinados.

Orientação - O Iagro também recomenda aos pecuaristas que aproveitem a oportunidade para vacinar o rebanho contra a brucelose e a raiva bovina. Conforme a Portaria/Iagro/MS n.º 636 “a partir de 1º de janeiro de 2004, quem possui cria na propriedade e não tiver ainda aderido ao Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT), ou seja, vacinado e declarado a vacinação contra a brucelose, será impedido de transitar (animais) no Estado”. Por isso o produtor deve efetuar a vacinação das fêmeas de 3 a 8 meses de idade que ainda não foram imunizadas. Nesse caso a vacinação é única.

Já quanto à raiva bovina, é obrigatória a vacinação anual de todo o rebanho nos 14 municípios peri-pantaneiros e pantaneiros – Aquidauana, Anastácio, Corumbá, Miranda, Bonito, Coxim, Bodoquena, Corguinho, Rio Verde, Rio Negro, Jardim, Caracol, Porto Murtinho, Bela Vista – e ainda nos municípios considerados área de risco, assim como aqueles situados próximos as serras – locais propícios ao aparecimento de morcegos hematófagos.

Balanço - Na segunda fase da campanha de vacinação contra aftosa, que começou no dia 1º de maio e terminou no dia 15 de julho, cerca de 11,9 milhões de animais, 98,8% da meta de 12,1 milhões foram vacinados entre os rebanhos do Planalto e do Pantanal.

Em caso de dúvidas, os produtores podem procurar qualquer escritório do Iagro no Estado ou ainda ligar no disk-aftosa 0800-679120.
 
 
Agência Popular
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